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Marcelo diz que sai de São Tomé "de alma cheia"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse hoje que sai de São Tomé e Príncipe com "a alma cheia" por aquilo que viu no país e pela conjugação com Portugal "na construção do futuro".

Marcelo diz que sai de São Tomé "de alma cheia"

"Não pode haver experiência mais gratificante do que esta, saio de alma cheia por aquilo que vi neste grande país, por aquilo que há de grande na conjugação de São Tomé e Príncipe e Portugal e do que há de projetos para o futuro", disse Marcelo Rebelo de Sousa.

O Presidente falava aos jornalistas para fazer o balanço da visita de Estado de três dias a São Tomé e Príncipe, que hoje termina, ao lado do seu homólogo são-tomense, Evaristo Carvalho, que não quis prestar declarações.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou o calor, "se possível ainda mais acentuado, mais jovem, mais dinâmico e mais motivador e em que a presença portuguesa esteve um pouco por toda a parte".

Segundo o Presidente, o caminho da "amizade e da fraternidade virada para o futuro" vai ser continuado muito em breve com a visita do primeiro-ministro, António Costa, que deverá acontecer até meados deste ano, e "com outros passos importantes" que completam a "presença social" e "no domínio económico, juntando-se à iniciativa empresarial portuguesa já hoje existente por todo este espetacular país".

Marcelo passeou pelas ruas do Príncipe, sempre acompanhado de muita música e atuações de grupos culturais locais. Visitou o polo cultural português e a escola secundária Padrão, onde entregou uma biblioteca.

Durante a sua estada na ilha do Príncipe, o chefe de Estado visitou ainda o Parque da Biodiversidade e voltou a furar o protocolo para subir floresta dentro até à zona onde se encontram plantas medicinais, algumas endémicas no Príncipe.

Foi no meio da floresta que a investigadora portuguesa Maria do Céu Madureira explicou ao Presidente o estudo que faz nesta ilha há mais de 20 anos e a importância para as suas investigações da partilha de conhecimento por parte dos curandeiros.

E foram seis desses curandeiros que explicaram a Marcelo as propriedades das plantas no combate a doenças como "mal da barriga" ou lombrigas, passando por febre tifoide, hepatite, diabetes, hérnias ou malária.

"Ah, isso dá jeito", disse o Presidente, que foi operado a uma hérnia umbilical, no final do ano passado.

"E esta também dá para aquecer o material", brincou um dos curandeiros desta ilha classificada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) como Reserva Mundial da Biosfera.

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