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Raríssimas diz-se vítima de "emboscada". Peça "não transmite realidade"

Diretora da associação foi acusada de usar dinheiro para usufruto próprio. Em sua defesa, alega que reportagem que a denunciou não corresponde "à realidade dos factos".

Raríssimas diz-se vítima de "emboscada". Peça "não transmite realidade"
Notícias ao Minuto

16:04 - 10/12/17 por Andrea Pinto 

País Associação

A TVI emitiu na noite deste sábado uma reportagem cujo alvo era Paula Brito e Costa, a presidente da Associação Raríssimas, a quem a jornalista Ana Leal acusa de ter usado o dinheiro da instituição para usufruto próprio.

Em causa, estaria, por exemplo, a utilização deste dinheiro para deslocações fictícias, a compra de vestidos de alta costura e de gastos pessoais em supermercados.

A reportagem em questão já suscitou diversas reações, com muitos a criticarem a responsável pela instituição que tem como missão prestar tratamento diário a mais de 300 adultos e crianças portadores de doenças raras.

Após as reações, a instituição já veio defender-se, usando a sua página oficial de Facebook para o efeito.

“Todas as acusações apresentadas nesta reportagem são insidiosas e baseadas em documentação apresentada de forma descontextualizada”, começa por alegar a instituição, acrescentando que todas as despesas efetuadas por Paula Brito e Costa estão “registadas contabilisticamente e auditadas, tendo sido aprovadas por todos os órgãos da direção”.

Mais alega que “os vencimentos apresentados […] foram artificialmente inflacionados” e que “contrariamente ao que foi dito na reportagem, não está em causa a sustentabilidade financeira da Raríssimas”.

No que à reportagem diz respeito, a associação alega que houve “diversas gravações áudio e vídeo de reuniões internas ocorridas há meses, o que demonstra que houve um trabalho planeado de ex-colaboradores” e que essas “não transmitem a realidade dos factos, mas antes são descontextualizadas e foram obtidas de forma ilícita”.

Existem, ainda, críticas à jornalista da TVI, a quem acusam de um “jornalismo de emboscada baseado em informações manipuladas” e que nunca mostrou “disponibilidade para considerar factos adicionais que a Direção da Raríssimas se prestou a fornecer”.

Posto tudo isto, a Raríssimas garante que levará a cabo os “procedimentos legais previstos, nomeadamente o direito de resposta”.

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