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Ministro da Saúde promete resposta às demissões de coordenadores da ARS

O ministro da Saúde prometeu hoje uma resposta "no momento adequado" à demissão dos 13 coordenadores da região Norte da Administração Regional da Saúde ligados à área da toxicodependência, lembrando que decorre uma avaliação à gestão.

Ministro da Saúde promete resposta às demissões de coordenadores da ARS
Notícias ao Minuto

12:52 - 15/11/17 por Lusa

País Campos Fernandes

Em declarações à margem da inauguração no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia e Espinho de dois novos equipamentos no Serviço de Cardiologia, um aparelho para a realização de Tomografia Axial Computorizada (TAC) de terceira geração e um angiógrafo, Adalberto Campos Fernandes recordou que "a alteração ao modelo do Instituto da Droga e da Toxicodependência foi feita pelo Governo anterior".

"O atual Governo decidiu que iria fazer uma avaliação através de um grupo de trabalho que o secretário de Estado Adjunto de Saúde constituiu e cujo relatório está na sua posse", salientou o governante, garantindo uma intervenção "no tempo adequado, com os estudos adequados, compreendendo as manifestações que são feitas de desagrado ou de agrado".

Para invocar a demissão, os 13 coordenadores mostraram-se contra o atual sistema de gestão, que foi dividido, e que gera listas de espera "que são insustentáveis".

O ministro da Saúde comentou também alguns dos temas em debate no setor, como foram os casos do surto de 'legionella' no hospital São Francisco Xavier, em Lisboa e do parecer ´favorável dos médicos ao primeiro pedido de gestação de substituição.

Defendendo que a empresa de manutenção das torres deverá indemnizar as vítimas de 'legionella' caso se confirme a sua responsabilidade no surto, Campos Fernandes considerou que agora devem atuar as autoridades judiciais.

Sobre a gestação de substituição, cujo primeiro pedido obteve um parecer favorável da Ordem dos Médicos na terça-feira, o governante frisou tratar-se de processos "que são complexos, difíceis", com "implicações éticas, biológicas, clínicas" pelo que "tudo tem de ser feito com grande rigor e grande seriedade", lembrando que está a ser feito com a participação do Conselho Nacional da Procriação Medicamente Assistida como também da Ordem dos Médicos".

"O mais importante é assinalar que é um tempo de transformação e a oportunidade de dar felicidade a quem muito deseja ter um filho e que em circunstâncias normais, fora deste enquadramento legal, não poderia ter", acrescentou o ministro.

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