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Porto com "prioridade" na remoção de amianto de edifícios municipais

A Câmara do Porto aprovou hoje por unanimidade a recomendação da CDU para "continuar a dar prioridade" à resolução do problema de amianto em edifícios públicos, tendo a maioria alertado estar a tratar do problema desde 2014.

Porto com "prioridade" na remoção de amianto de edifícios municipais
Notícias ao Minuto

11:54 - 14/11/17 por Lusa

País Câmara

Por sugestão do presidente da autarquia, Rui Moreira, à versão inicial da proposta da CDU, que pedia que a Câmara desse prioridade ao problema, foi acrescentada a palavra "continuar", porque o autarca insistiu que a Câmara tratava o problema com primazia desde 2014, altura em que foi mesmo feito um estudo de "Caracterização da presença de amianto em de amianto em edifícios públicos municipais".

Rui Moreira acrescentou que, na sequência dessa avaliação, as "situações de perigosidade assinaladas a vermelho foram corrigidas", e Manuel Pizarro, vereador do PS que tutelou a Habitação e Ação Social no anterior mandato, recusou "alarmismos" porque "onde havia risco" as coberturas que continham fibrocimento foram "imediatamente substituídas".

"Não há, na cidade do Porto, nenhum risco ambiental significativo, sobretudo nos edifícios públicos", frisou Pizarro.

O vereador socialista observou que em "matérias de saúde pública", não se pode "usar um discurso alarmista".

"A exposição prolongada ao amianto é fator de risco de um único cancro, que é o cancro da pleura. Estamos tranquilos porque foi estudado se havia libertação de partículas e, onde existia risco, [a cobertura] foi imediatamente substituída. O problema está a ser controlado", notou Manuel Pizarro.

O vereador do PS recomendou à maioria "alertar os serviços de fiscalização para estarem mais atentos [relativamente à presença de amianto] nos edifícios privados da cidade", no que foi apoiado pelo vereador do PSD Álvaro Almeida.

De acordo com a "Caracterização da presença de amianto em de amianto em edifícios públicos municipais", distribuída aos vereadores e aos jornalistas presentes na sessão camarária, estavam em 2014 assinalados como edifícios com "risco elevado" as oficinas do Carvalhido, recomendando-se a remoção do material no prazo máximo de um ano.

O diagnóstico, feito por uma entidade externa, avaliou o risco relativo a oito bairros municipais, seis equipamentos administrativos e oito escolas do primeiro ciclo do ensino básico

Na recomendação apresentada no período de antes da ordem do dia da reunião do executivo de hoje, a CDU referia a existência de "diversos bairros municipais, construídos pela Câmara ou pela administração central e de algumas escolas e equipamentos coletivos" com presença de amianto nas coberturas de fibrocimento.

A vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, pedia que a autarquia aprovasse dar "prioridade a este problema da remoção das coberturas de amianto desenvolvendo as diligências necessárias", seja através da empresa municipal que gere o parque habitacional, quer "junto do governo, para que se calendarizem as intervenções urgentes e se orçamentem as verbas indispensáveis para a sua execução".

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