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Número de mortes nos incêndios não subiu para 44. Autarquia pede desculpa

O anterior balanço, feito na quarta-feira ao final da tarde, apontava para 42 mortos. Proteção Civil e INEM não confirmam subida do número de vítimas mortais para 44 e a Câmara de Oliveira do Hospital já veio pedir desculpa pela informação errada.

Número de mortes nos incêndios não subiu para 44. Autarquia pede desculpa
Notícias ao Minuto

10:28 - 19/10/17 por Notícias Ao Minuto com Lusa

País Incêndios

O número de mortes nos incêndios do fim de semana não subiu para 44. A informação fora avançada pelo autarca de Oliveira do Hospital. No entanto, a Proteção Civil e o INEM  desmentiram, mantendo o balanço oficial de número de mortos em 42.

Patrícia Gaspar, adjunta da Autoridade Nacional da Proteção Civil, adiantou que, através do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), foram contactados todos os hospitais onde estão internados feridos dos incêndios, não existindo registo de novas mortes.

De acordo com  o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino, as duas mais recentes vítimas mortais tratar-se-iam de dois feridos graves, internados nos Hospitais da Universidade de Coimbra, que teriam acabado por não resistir.

Essa mesma informação foi validada pela Agência Lusa, junto de fonte daquela autarquia, que indicava que os óbitos teriam sido declarados durante a madrugada. No caso, a região de Oliveira do Hospital veria o total de mortos resultantes dos incêndios do último domingo a aumentar de nove para 11. Ora, tal informação não se confirma, tendo já a autarquia vindo pedir desculpa pelo sucedido.

O balanço mantém-se, assim, nas 42 vítimas mortais. Dezanove mortes registaram-se no distrito de Coimbra (9 das quais em Oliveira do Hospital), três em Tábua, três em Arganil, três em Penacova e um em Pampilhosa da Serra, sendo esta última vítima mortal a que estava desaparecida. Foi encontrada queimada em casa.

No distrito de Viseu, registaram-se 18 vítimas mortais, designadamente em Vouzela (oito), Santa Comba Dão (cinco), Nelas (uma), Carregal do Sal (uma), Tondela (duas) e Oliveira de Frades (uma).

Duas pessoas morreram na Guarda e uma na Sertã (distrito de Castelo Branco). Outra das vítimas mortais morreu na terça-feira no Hospital de Coimbra, mas não foi divulgada a origem.

Além das 44 vítimas mortais, as centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram cerca de 70 feridos, mais de uma dezena dos quais graves.

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O Governo decretou três dias de luto nacional, sendo que o último dia se cumpre hoje.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos este ano, depois de Pedrógão Grande, em junho, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 mortos e mais de 250 feridos. Registou-se ainda a morte de uma mulher que foi atropelada quando fugia do fogo.

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