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"Socialistas que defenderam Tratado Orçamental percebem que foi um erro"

A coordenadora do BE afirmou hoje que apesar de o PS ter feito parte do consenso que construiu o garrote do Euro, "mesmo os socialistas que defenderam o Tratado Orçamental começam a perceber o erro que foi" para Portugal.

"Socialistas que defenderam Tratado Orçamental percebem que foi um erro"
Notícias ao Minuto

13:57 - 16/09/17 por Lusa

País Catarina Martins

Em entrevista hoje ao DN, o primeiro-ministro, António Costa, considerou que "o euro não pode continuar a obrigar a esforços sem permitir a convergência".

"O PS fez durante muito tempo parte de um consenso europeu que de facto construiu o Euro que temos, a Europa que temos e o garrote que temos sobre o nosso país", respondeu Catarina Martins quando questionada pelos jornalistas, durante uma ação de pré-campanha em Cascais, sobre esta posição de António Costa.

Apesar de não saber "se o PS saiu desse consenso que fez com a direita ao longo de tanto tempo ainda", a coordenadora do BE considera que "mesmo os socialistas que defenderam o Tratado Orçamental começam a perceber o erro que foi para a economia portuguesa".

Ainda a propósito da entrevista do chefe do executivo, na qual Costa confirmou que 2018 será o ano do arranque do descongelamento das carreiras na função pública, que vai beneficiar mais os enfermeiros, Catarina Martins começou por reiterar que o ministro da Saúde deve ir ao parlamento "dar explicações sobre as conversações".

"As questões do descongelamento de carreiras são seguramente importantes, mas há questões próprias do SNS que devem ser discutidas e não são todas sequer orçamentais", considerou.

A líder bloquista defendeu que o ministro da Saúde "ganhava em ter negociações que fossem a bom porto com os enfermeiros".

Sobre eventuais novos acordos com o PS para outras legislaturas, Catarina Martins foi perentória: "dependerão dos programas, da relação de forças, do que as pessoas pensem para o país".

"Eu tenho a convicção de que um acordo de mínimos para parar o empobrecimento poderá dar lugar a Governos muito mais exigentes do ponto de vista estrutural da economia para combater as desigualdades. O acordo que fizemos é para esta legislatura e nós cumprimos todos os nossos compromissos", garantiu.

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