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PSP nega reforço inédito de segurança em Lisboa. Alerta foi apenas rumor

A PSP esclareceu que o grau de ameaça mantém-se inalterado, tal como o SIS já tinha feito. Origem do rumor de uma ameaça terrorista em Lisboa já estará a ser investigado, de acordo com a Direção Nacional da PSP.

PSP nega reforço inédito de segurança em Lisboa. Alerta foi apenas rumor
Notícias ao Minuto

12:30 - 31/08/17 por Notícias Ao Minuto

País Ameaça

Ao contrário do que chegou a ser noticiado esta quinta-feira, a PSP não está a proceder a um reforço inédito da segurança nas zonas mais turísticas de Lisboa. O subcomissário da PSP Hugo Abreu afirmou ao Notícias Ao Minuto que a informação que circulou esta manhã "não passa de um rumor" e que "não há razão para alarme".

Hugo Abreu esclareceu ainda que não se regista um aumento no "reforço do policiamento", mantendo-se "inalterado o grau de ameaça". E, nesta altura, a PSP já estará a investigar a origem deste rumor, garantiu.

Já em declarações à agência Lusa, o porta-voz da Direção Nacional da PSP, Hugo Palma, sublinhou que "da parte da PSP, não há identificação de qualquer risco ou ameaça em termos de terrorismo".

Segundo o mesmo responsável, o que aconteceu foi que a Direção Nacional da PSP decidiu "reforçar, a nível nacional, a atenção para as medidas preventivas nessa matéria", tendo em vista alguns eventos que se realizam durante o próximo fim de semana.

"Aproxima-se um fim de semana com muitos eventos", observou Hugo Palma, sublinhando que as medidas preventivas prevêem o alargamento dos perímetros de segurança em redor dos acontecimentos, com colocação de barreiras específicas.

O porta-voz da PSP fez ainda sobressair que "não surgiu nada de novo" e que o objetivo é "recentrar a atividade policial" nos locais onde existe maior concentração de pessoas, nesta fase final do verão, altura do ano em que também são reforçados o patrulhamento e a fiscalização rodoviária em todo o país.

Além das medidas referidas e do policiamento de segurança mais visível nesses eventos, estarão no terreno "equipas à civil" da PSP.

Também o SIS já tinha reagido às informações que circulavam, afirmando que o nível de alerta mantinha-se num "grau moderado". E, mais tarde, até o primeiro-ministro veio a público garantir que da avaliação realizada se mantém o grau moderado de alerta no país, bem como em Lisboa, admitindo que a ameaça de terrorismo "é global" e "pode estar em todo o sítio". 

A TVI havia avançado que a PSP estaria a proceder a um reforço de segurança nunca antes visto em Lisboa, nas zonas mais turísticas da cidade e onde se concentram mais pessoas habitualmente. Segundo aquela estação de televisão, esse reforço da PSP teria como base uma ameaça indeterminada. 

Além destas zonas mais populares, teria sido reforçado o dispositivo de segurança em embaixadas e hotéis da capital.

Recorde-se, ainda a este propósito, que logo depois dos atentados em Barcelona, a Câmara Municipal de Lisboa decidiu avançar com a colocação de barreiras de segurança nas zonas mais turísticas da capital, tais como Chiado, a Rua Augusta e também Belém.

Segundo a autarquia lisboeta, esta medida teve como objetivo "a proteção de zonas com elevada afluência de pessoas".

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