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Cereja do Fundão chega a França pela mão de emigrante

A cereja do Fundão vai ser vendida no mercado francês já na próxima campanha, pela mão de um emigrante que há mais de 30 anos dá a conhecer em França produtos portugueses, disse à agência o presidente da autarquia.

Cereja do Fundão chega a França pela mão de emigrante

O presidente da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes, oficializou hoje, em Paris, o protocolo, em nome do clube de produtores, que vai preparar as condições para exportar da principal zona de produção de cereja portuguesa para o mercado francês na próxima campanha.

O acordo é com o empresário Vítor Mariano, um emigrante da Covilhã, que há mais de 30 anos faz dos produtos portugueses o seu negócio, com uma faturação anual de 17 milhões de euros e mais de 500 camiões de mercadoria transportada de Portugal , em 2012.

Vinho, azeite, queijos, bacalhau, azeitonas e agora cereja, Vitor Mariano coloca em mais de um milhar de lojas por toda a França, centenas de produtos portugueses.

O empresário prepara-se para a conquista de outros mercados, a partir de uma central de compras em que está a investir mais de um milhão de euros em Ílhavo (Aveiro).

A cereja do Fundão será a próxima aposta em Paris, que começou hoje com uma ação de promoção que deu a provar a cereja aos parisienses e oficializou o negócio que permitir disponibilizar o produto no mercado.

O presidente da Câmara explicou à Lusa, em Paris, que a cereja do Fundão já está a ser exportada "para os países nórdicos, para parte do médio oriente e a tentar também ganhar o mercado do extremo oriente”.

“E consideramos que devíamos encontrar na comunidade de empresários desta região de Paris, ver na nossa comunidade emigrante quem é que poderia ser uma primeira linha de parceria para encontrarmos modelos para nos próximos anos termos aqui canais para a cereja”, referiu, acrescentando que o acordo hoje assinado abrange também outros produtos daquela região portuguesa.

Os produtores do Fundão acreditam na vantagem do fruto desta zona, porque surge “muito cedo, numa época do ano em que na Europa não há mais ninguém a ter cereja", abrindo assim uma "oportunidade extraordinária" para entre no mercado francês, como está a entrar hoje na Finlândia ou na Dinamarca”.

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