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Associações lançam movimento para ajudar vítimas de incêndios

A Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) tem em funcionamento nas suas instalações, em Castelo Branco, um centro de receção de bens para angariar materiais de construção, eletrodomésticos e outros produtos para ajuda às vítimas dos incêndios.

Associações lançam movimento para ajudar vítimas de incêndios
Notícias ao Minuto

08:00 - 20/06/17 por Lusa

País Castelo Branco

"Numa situação de catástrofe, como a que estamos a viver, todos os bens conseguidos representarão pouco para as necessidades. Ainda assim e para facilitação do armazenamento, sugerimos que as dádivas se centrem à volta de equipamentos e materiais agrícolas, vestuário, eletrodomésticos, mobiliário e materiais de construção", refere o presidente da AEBB, José Gameiro em comunicado enviado hoje à agência Lusa.

Além da AEBB, associaram-se a esta iniciativa as delegações de Castelo Branco do Banco Alimentar Contra a Fome e da Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

O espaço para a receção dos bens funciona diariamente, entre as 09h00 e as 18h00, nas instalações da AEBB, em Castelo Branco.

Estas entidades justificam o lançamento deste movimento solidário para com as vítimas dos incêndios, na sequência da catástrofe nacional que o país, sobretudo a região Centro, está a sofrer.

"Na sequência da catástrofe nacional a que assistimos e à qual ninguém poderá ficar indiferente, ocorreram conversações estreitas (...) entre três entidades instaladas na região, que se uniram e abriram um centro de receção de bens para que, na medida do possível, possam ajudar a amenizar os efeitos dos incêndios devastadores", lê-se no documento.

O incêndio que deflagrou no sábado à tarde em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, provocou pelo menos 64 mortos e 135 feridos, segundo um balanço provisório divulgado na segunda-feira.

O fogo começou em Escalos Fundeiros, e alastrou depois a Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria.

Desde então, as chamas chegaram aos distritos de Castelo Branco, através do concelho da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra.

Este incêndio já consumiu cerca de 26.000 hectares de floresta, de acordo com dados do Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais.

O comandante operacional da Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, disse hoje à Lusa estar confiante de que o incêndio vai ser dado como dominado em 24 horas, caso não haja alteração das condições atmosféricas.

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