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Portuguesa quer completar seis ironman em continentes diferentes

A filantropa portuguesa Maria Conceição iniciou um novo desafio para angariar dinheiro para financiar estudos a crianças no Bangladesh, ao completar o primeiro de seis 'ironman' em continentes diferentes.

Portuguesa quer completar seis ironman em continentes diferentes
Notícias ao Minuto

13:10 - 03/04/17 por Lusa

País Maria Conceição

A primeira prova foi disputada no sábado, em Port Elizabeth, na África do Sul, onde a portuguesa gastou 14:21.52 horas para cumprir 3,8 quilómetros de natação, 180 de bicicleta e uma maratona (42,195).

Para se tornar na mulher mais rápida a completar os seis 'ironman' em seis continentes [inclui o subcontinente da América do Sul], segue-se o desafio em Houston, no Texas, marcado para o próximo dia 22 de abril, e, oito dias depois, em Taiwan, 'fechando' a Ásia.

Maria Conceição, que foi a primeira mulher portuguesa a subir o Evereste, propõe-se completar esta 'missão' em maio, com o 'ironman' em Port Mcquarie, na Austrália, a 07, em Lanzarote, em Espanha, a 20, terminando em Florianópolis, no Brasil, a 28 de maio.

Com seis recordes registados no livro do Guiness, incluindo três alcançados em 2014, quando levou a cabo o desafio 777, que consistia em correr sete maratonas em sete dias em sete continentes [além da América do Sul, incluía ainda o subcontinente da Antártida].

Mas, para a antiga assistente de bordo, o mais importante é conseguir donativos pela Internet.

"Estes desafios são importantes para angariar fundos para a fundação", justificou a criadora da Fundação Maria Cristina, em declarações à agência Lusa, antes da prova.

No ano passado, uma tentativa, que acabou frustrada devido ao mau tempo, de atravessar a nado o Canal da Mancha apenas alguns meses depois de aprender a nadar, teve um grande impacto.

"Conseguimos pagar as dívidas que tínhamos de vários anos de propinas em atraso e conseguimos pagar este ano antecipadamente. Mas precisamos de dinheiro para pagar roupa, refeições, transportes e despesas médicas", vincou.

A antiga assistente de bordo sofreu recentemente uma lesão, mas para si é mais importante tentar garantir dinheiro para que 127 crianças possam terminar o ensino secundário.

Um fracasso em recolher fundos suficientes pode implicar o encerramento da Fundação baseada no Dubai desde 2005 e que já ajudou mais de 600 crianças e adultos.

Maria Conceição descreve este novo desafio como "reanimação cardiorrespiratória" ao seu projeto.

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