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Carlos Silva desafia empregadores a aceitarem sindicatos como parceiros

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, desafiou hoje os empregadores privados a encararem os sindicatos como parceiros e não como inimigos e desafiou o Estado a negociar com os representantes sindicais dos funcionários públicos.

Carlos Silva desafia empregadores a aceitarem sindicatos como parceiros
Notícias ao Minuto

12:17 - 25/03/17 por Lusa

País UGT

Na intervenção que fez na abertura do XIII congresso da UGT, no Porto, Carlos Silva dirigiu uma saudação aos representantes das confederações patronais presentes e lançou-lhes o desafio de dinamizarem nas respetivas associações "o espírito construtivo de olharem para os sindicatos como verdadeiros parceiros".

O representante declarou que os sindicatos "desejam o respeito e a defesa dos direitos dos trabalhadores", mas não desejam a destruição ou a desvalorização das empresas.

"Os sindicatos da UGT não são vossos inimigos ou até mesmo adversários. Não barrem a entrada aos sindicatos que vierem por bem. Não proíbam os sindicatos da UGT de visitar os trabalhadores dentro das vossas empresas", disse.

Carlos Silva considerou que "quanto maior for a harmonia" entre os sindicatos e os empregadores, "mais garantida estará a paz social e a estabilidade no seio da empresa".

Dirigiu-se também ao Governo, "o maior empregador do país", exortando-o a cumprir "a regra da negociação com consequências", reclamada pelos sindicatos.

"Os trabalhadores da Administração Pública e do sector público empresarial não fizeram mal a ninguém. São iguais aos outros do sector privado. Sofreram e foram humilhados nos últimos anos, como se fossem culpados da crise que se abateu sobre o nosso país e sobre eles em particular", disse.

O líder da UGT aproveitou a presença do ministro do Trabalho, Vieira da Silva, na sessão de abertura do congresso, para defender o cumprimento do último acordo de concertação social.

"Senhor ministro, vamos aplicar o que assinámos no acordo de concertação social este ano -- desbloquear a negociação coletiva na administração pública, valorizar os seus trabalhadores, desbloquear carreiras, progressões e salários. É um imperativo ético e da mais elementar justiça", disse.

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