Moreira da Silva procurará honrar Portugal nas novas funções na OCDE

O ex-ministro Jorge Moreira da Silva disse hoje que procurará honrar Portugal nas funções que irá assumir como diretor da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE, sublinhando que prosseguirá o propósito de servir o interesse público.

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"Procurarei honrar Portugal nestas novas funções", lê-se num comunicado de Jorge Moreira da Silva sobre a sua nomeação para o cargo de diretor da Cooperação para o Desenvolvimento da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), que assumirá a 01 de novembro.

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Sublinhando estar " muito satisfeito com esta decisão da OCDE e com a possibilidade de voltar a participar ativamente, a nível internacional, nas políticas de desenvolvimento e cooperação, proteção ambiental e combate à pobreza", Moreira da Silva refere que, dada a incompatibilidade de funções, resignará às funções de deputado e de vice-presidente do PSD a 31 de outubro.

"Sinto-me muito honrado por ter colaborado de forma muito próxima, tanto no PSD como no Governo, no projeto liderado por Pedro Passos Coelho, por quem tenho uma grande admiração e em quem deposito as minhas maiores esperanças", sublinha o antigo ministro do Ambiente no Governo de maioria PSD/CDS-PP liderado pelo atual presidente social-democrata.

Agora, diz Moreira da Silva, prosseguirá "noutras funções o propósito de servir o interesse público, numa opção que é aliás consistente com todo o percurso de serviço público, tanto nacional como internacional" a que dedicou nos últimos 20 anos.

No comunicado, Moreira da Silva refere ainda que foi escolhido na sequência de um concurso a que se candidatou a nível pessoal no início de 2016 e que envolveu cerca de 200 candidatos.

"Agradeço o apoio dado a esta candidatura pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, nomeadamente, da parte do ministro Augusto Santos Silva, da secretária de Estado Teresa Ribeiro e do embaixador Paulo Vizeu Pinheiro, representante de Portugal na OCDE", sublinha Moreira da Silva.

Nas novas funções, Moreira da Silva liderará o departamento de Cooperação para o Desenvolvimento, num mandato de 3 anos, renovável.

"Este é o tempo de passarmos à ação a nível global e sinto-me muito motivado para assumir estas funções executivas", assegura.

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