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Militares e cozinheiros são os novos oficiais de justiça

Militares, polícias, cozinheiros e antigos funcionários camarários vão agora desempenhar funções de oficiais de justiça. Apesar de ser necessária uma formação de três anos para o cargo, os cerca de 300 novos funcionários vão ser formados em apenas três meses, escreve esta segunda-feira o Diário de Notícias.

Militares e cozinheiros são os novos oficiais de justiça

A falta de funcionários judiciais nos tribunais portugueses obrigou a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, a medidas extraordinárias. Para colmatar a ausência destes profissionais, vão entrar ao serviço militares, polícias, cozinheiros e ex-funcionários camarários que vão fazer uma formação de três meses, quando a exigida é de três anos, explica hoje o Diário de Notícias.

No total são cerca de 300 os novos funcionários que vão exercer as funções de oficiais de justiça. Sem a formação exigida de três anos, vão aprender em apenas três meses a desempenhar funções como redigir inquéritos de arguidos, despachar processos em final de prazo ou marcar julgamentos.

“Esta não é de todo a solução desejável até porque estes funcionários não vão ter a formação específica necessária”, disse ao Diário de Notícias o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, Fernando Jorge.

Já o gabinete de imprensa do Ministério da Justiça explicou que “este é um concurso aberto para funcionários que queiram aceder à carreira, já que sabíamos que havia essa necessidade. Depois dos três meses de formação, ainda podem alguns não entrar”.

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