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"Se hoje em dia conseguimos ir à bola, à polícia o devemos"

Miguel Sousa Tavares analisou, esta segunda-feira, as situações de violência que marcaram os festejos dos adeptos do Benfica perante a conquista do segundo título de campeão consecutivo.

"Se hoje em dia conseguimos ir à bola, à polícia o devemos"
Notícias ao Minuto

20:43 - 18/05/15 por Patrícia Martins Carvalho

País Sousa Tavares

O comentador da SIC começou por lamentar o facto de “grande parte do futebol ter sido capturado por um bando de energúmenos que não vai aos estádios para ver o futebol, até vê os jogos de costas, e só lá vai para provocar”.

Mas na opinião de Miguel Sousa Tavares “há soluções” para estes problemas, pois “os clubes cujos adeptos se portam mal são castigados, o que não acontece em Portugal”.

Ainda assim, o escritor considera que “seria injusto reduzir a festa dos benfiquistas aos desacatos provocados por alguns”, contudo, sublinhou, “seria hipócrita tentar tapar o sol com a peneira e, a partir de um caso isolado e lamentável ocorrido com um agente da PSP, atirar as culpas para cima da polícia”.

“Se hoje em dia conseguimos ir ao futebol, de vez em quando, à polícia o devemos. Se não fosse pela polícia a integrar as claques e a fazer cordões de segurança, o futebol em Portugal era inviável”, acrescentou.

Frisando que há muitos países onde se tal tivesse acontecido “haveria muitos feridos a lamentar”, Sousa Tavares deixa um alerta: “Tenham cuidado ao atirar as culpas para cima da polícia. Se qualquer dia a polícia disser que não quer mais policiar jogos de futebol, quero saber o que acontece ao futebol em Portugal”.

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