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Como alegados burlões enganaram várias entidades públicas

Três portugueses e um brasileiro, peritos em informática, faziam-se passar por empresas credoras para tirar dinheiro às entidades públicas.

Como alegados burlões enganaram várias entidades públicas

Os quatro homens detidos esta segunda-feira pela Polícia Judiciária, por burla, terão lesado mais empresas do que se imaginava. O Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), da Universidade do Portos, e as câmaras de Matosinhos e da Maia assumiram ter transferido para contas erradas, pertencentes aos presumíveis burlões, milhares de euros que deviam saldar dívidas que tinham com outras empresas.

Os homens induziam as entidades públicas em erro, levando-as a transferir o que deviam a certas empresas para o NIB de contas nacionais. Recebiam um e-mail, semelhante ao da empresa credora, o que nunca os levou a desconfiar.

O instituto pagou cerca de cinco mil euros e as câmaras de Matosinhos e Maia também perderam à volta de dez mil euros cada uma, mas as burlas praticadas chegaram aos 250 mil euros.

Os burlões, peritos em informática conseguiam entrar nos servidores das entidades públicas para alterar os NIB das empresas credoras.

O Jornal de Notícias indica ainda que a Administração Regional de Saúde do Norte, os hospitais de Matosinhos e Évora, a Universidade de Coimbra, o Instituto Nacional de Estatística, a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais foram também alvo desta burla.

A Polícia Judiciária acabou por deter três portugueses e um brasileiro, entre 22 e 37 anos, na última sexta-feira. Ao todo, terão arrecadado, através deste esquema, um total de 2,1 milhões de euros.

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