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Governo diz que "não desistiu" da revisão do suplemento de risco da PSP

O secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, garantiu hoje, em Leiria, que a tutela ainda "não desistiu" da revisão do suplemento de risco aos agentes da PSP.

Governo diz que "não desistiu" da revisão do suplemento de risco da PSP
Notícias ao Minuto

20:22 - 18/06/24 por Lusa

País Telmo Correia

Na cerimónia dos 150 anos do Comando Distrital da PSP de Leiria, Telmo Correia reconheceu que a "valorização [dos agentes] é necessária e que reforço de recursos humanos passa, forçosamente, pela atratividade das carreiras e pela valorização dos profissionais que trabalham nas forças de segurança".

"Nomeadamente, uma valorização no plano remuneratório, a começar pela revisão do suplemento de risco. Uma matéria essencial e da qual, registe-se, não desistimos", sublinhou o governante.

O secretário de Estado acredita que as alterações que o Ministério da Administração Interna (MAI) está a "promover garantirão maior segurança aos portugueses, contribuindo, ao mesmo tempo, para o prestígio da Polícia de Segurança Pública".

"Estamos a trabalhar numa reestruturação operacional da PSP, para garantir um reforço do policiamento de proximidade e de visibilidade, que passa por um maior número de agentes nas ruas", assumiu Telmo Correia.

Outro objetivo é garantir "uma polícia com melhores condições de trabalho e com melhores instalações", "mais moderna, mais bem equipada, mais tecnológica, mais dignificada e valorizada".

"Queremos uma polícia mais rápida e eficaz. O Comando Distrital de Leiria, no ano de 2023, foi chamado para uma média de 33 ocorrências por dia. Foi, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna, o quarto distrito com maior criminalidade geral, apesar de a criminalidade violenta ter descido", constatou Telmo Correia.

O governante revelou ainda a intenção de proporcionar uma "polícia mais próxima dos cidadãos".

"As ações de formação e sensibilização sobre matérias que vão do consumo e tráfico de droga, à violência no namoro, ao assédio, ou aos crimes de incitamento ao ódio, são parte essencial destes programas dirigidos à segurança dos jovens estudantes, ajudando, ao mesmo tempo, a formar cidadãos mais conscientes e responsáveis", destacou.

Leia Também: Secretário de Estado diz que autarquias devem ajudar forças de segurança

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