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Congresso polémico? Ordem recebe denúncia sobre participação de psicóloga

A Ordem dos Psicólogos esclareceu que o abaixo-assinado, com mais de 1600 assinaturas, "foi remetido para o Conselho Jurisdicional, um órgão autónomo que recebe e trata denuncias relativas à prática profissional dos psicólogos".

Congresso polémico? Ordem recebe denúncia sobre participação de psicóloga

A Ordem dos Psicólogos recebeu e analisou um abaixo-assinado com mais de 1600 assinaturas, que pede uma atuação após Maria José Vilaça  (psicóloga que defende práticas de alegada conversão sexual) ter marcado presença num congresso em Fátima, concelho de Ourém, distrito de Santarém. 

A Ordem dos Psicólogos confirmou ao Notícias ao Minuto a receção do abaixo-assinado, esclarecendo que "foi remetido, de acordo com um procedimento interno existente na Ordem, para o Conselho Jurisdicional, um órgão autónomo que recebe e trata denuncias relativas à prática profissional dos psicólogos".

De acordo com a organização, "sempre que são recebidas denuncias relativas à prática profissional dos psicólogos, são remetidas para o Conselho Jurisdicional".

A informação foi inicialmente avançada pelo Diário de Notícias, que deu conta que o abaixo-assinado enviado à Ordem dos Psicólogos pede que a associação impeça aquela profissional de continuar a fazer apologia do processo. 

Em causa está a intervenção de Maria José Vilaça, psicóloga que defende "a cura gay", no II Congresso dos Jovens da Família do Coração Imaculado de Maria, que decorreu de sexta até segunda-feira.

Maria José Vilaça ficou conhecida pelas suas partilhas contra as pessoas LGBTQ+, que já originaram várias denúncias por parte da Ordem dos Psicólogos.

O Congresso teve como tema 'Homens e Mulheres de Verdade', pretendendo "levar os jovens a refletir sobre a beleza de ser homem e mulher, à luz da Teologia do Corpo de João Paulo II e dar-lhes respostas para as mentiras de uma ideologia de género que destrói a riqueza da identidade masculina e feminina".

Saliente-se que, em Portugal, a promoção e ações de terapias de conversão é crime passível com pena de multa e de prisão até três anos, desde 2023.

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