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Nove cidades portuguesas vão assinalar os dois anos de guerra na Ucrânia

Nove cidades portuguesas vão assinalar sábado os dois anos de invasão russa à Ucrânia, estando prevista para Lisboa a inauguração de uma exposição de fotógrafos lusos sobre crianças ucranianas, anunciou hoje a embaixadora da Ucrânia em Portugal, Maryna Mykhailenko.

Nove cidades portuguesas vão assinalar os dois anos de guerra na Ucrânia
Notícias ao Minuto

17:49 - 21/02/24 por Lusa

País Ucrânia

A diplomata precisou que a inauguração da exposição das fotos dedicadas a crianças ucranianas da autoria de fotógrafos portugueses que se deslocaram ao país decorrerá pelas 15:00 de sábado, no Rossio (Lisboa), seguindo-se uma manifestação até à Praça do Município.

"Com as nossas grandes bandeiras, os nossos amigos portugueses e colegas meus de vários países" decorrerá depois uma manifestação entre o Rossio e a Praça do Município, onde está previsto o acolhimento do presidente da Câmara, Carlos Moedas, e logo de seguida vários discursos, acrescentou a embaixadora.

Além de Lisboa, juntam-se para assinalar os dois anos da "agressão russa", segundo a diplomata, outras cidades, como Porto, Coimbra, Faro, Santarém, Albufeira, Funchal, Peniche e Águeda.

As informações foram dadas após um encontro entre a embaixadora e cinco deputados do grupo parlamentar de Amizade Portugal-Ucrânia, na Assembleia da República, naquela que deverá ter sido a última reunião oficial da legislatura.

Para a sua realização, foi pedida autorização especial ao presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, tendo o encontro como objetivo garantir a continuidade da colaboração e do apoio à Ucrânia, independentemente do resultado das próximas eleições legislativas de 10 de março, segundo o presidente do grupo de amizade, o socialista Diogo Leão.

Marcaram ainda presença os deputados Palmira Maciel, Cristina Mendes da Silva e Ivan Gonçalves, do PS, e Mónica Quintela, do PSD.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Os aliados ocidentais da Ucrânia têm fornecido armas a Kiev e aprovado sucessivos pacotes de sanções contra interesses russos para tentar diminuir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra.

Leia Também: Só 10% dos cidadãos europeus acreditam que a Ucrânia vai vencer guerra

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