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STOP acampou junto a escola na Póvoa de Varzim: "Não se pode parar"

De acordo com André Pestana, "os profissionais da educação não mais aguentam estas condições".

STOP acampou junto a escola na Póvoa de Varzim: "Não se pode parar"

Com os protestos dos professores a multiplicarem-se nos últimos meses, André Pestana, o dirigente do Sindicato de Todos os Professores (STOP) decidiu juntar-se, esta madrugada, à vigília dos docentes da Escola Básica de Aver-o-Mar, Póvoa de Varzim, e acampar em forma de protesto.

"Estamos aqui a reunir com professores e funcionários", começou por referiu, em declarações aos jornalistas, acrescentando que "não se pode parar com estas formas de luta".

De acordo com André Pestana, "os profissionais da educação não mais aguentam estas condições".

Questionado pelos jornalistas sobre se os protestos continuam, o dirigente esclarece que "a greve do STOP continua por tempo indeterminado". "O que acontece é que há serviços mínimos", concluiu.

Recorde-se que o STOP convocou uma greve no início de dezembro que ainda está a decorrer e tem pré-avisos até dia 10 de março, sendo que o sindicato disse aos docentes que não precisavam de fazer greve durante todo o dia, podendo fazê-lo apenas durante uma ou algumas horas do dia, como forma de reduzir o impacto da paralisação no salário.

O sindicato já tinha admitido também, em fevereiro, que o acampamento de protesto que se realizou junto ao Parlamento podia ser repetido noutros locais do país.

Leia Também: Sem acordo com Governo, professores prometem nova vaga de greves

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