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Violência doméstica: Detido pela GNR em Coimbra fica em prisão preventiva

Um homem, de 67 anos, suspeito do crime de violência doméstica e posse de armas proibidas foi detido pela GNR, no concelho de Coimbra, e vai ficar a aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva.

Violência doméstica: Detido pela GNR em Coimbra fica em prisão preventiva
Notícias ao Minuto

19:24 - 25/01/23 por Lusa

País GNR

Segundo o Comando Territorial da GNR de Coimbra, o homem foi detido na quinta-feira, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Coimbra.

"No decorrer de uma investigação por violência doméstica foi possível apurar que o homem agredia fisicamente e psicologicamente a vítima, a sua esposa, de 69 anos", refere a Guarda num comunicado hoje enviado à agência Lusa.

Segundo a nota, no decorrer das diligências policiais foram efetuadas duas buscas, uma domiciliária e outra em veículo, que culminou na apreensão de uma arma de fogo, nove munições, uma faca de mato alterada, duas catanas, um machado de corte, uma faca retangular, um machado lâmina com cutelo de ferro, dois espetos retangulares e um pau com parafusos na ponta.

Foi ainda apreendido uma faca artesanal, um cutelo, um objeto em madeira (tipo bastão) com parafusos, uma vara em madeira com ponta metálica, uma sachola em forma de moca, uma soqueira com lâmina, uma caixa com 23 munições, uma arma de ar comprimido com o cano e coronha cortados, uma caixa com chumbos para arma de ar comprimido, dois sabres, cinco munições de diferentes calibres, cinco artefactos pirotécnicos, e ainda duas espingardas com os canos serrados, encontrando-se uma delas municiada e em posição de fogo e uma bolsa em tecido.

O suspeito, com antecedentes criminais por tentativa de homicídio, foi presente ao Tribunal Judicial de Coimbra, e ficou sujeito à medida de coação de prisão preventiva, tendo sido conduzido ao Estabelecimento Prisional de Aveiro.

A ação contou com o reforço do Posto Territorial de Taveiro (Coimbra).

A GNR lembra que a violência doméstica "é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva".

Leia Também: Constituído arguido pela GNR por devassa da vida privada em Alijó

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