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Bispo do Porto pede aos fiéis que não marquem casamentos durante JMJ

Bispo pede que os fiéis "libertem os sacerdotes" no fim de semana de encerramento das Jornada Mundial da Juventude, quando é esperado o Papa Francisco.

Bispo do Porto pede aos fiéis que não marquem casamentos durante JMJ
Notícias ao Minuto

22:27 - 21/11/22 por Notícias ao Minuto

País JMJ

O bispo do Porto, D. Manuel Linda, pediu aos fiéis da sua Diocese que não marquem batizados e casamentos para os dias 5 e 6 de agosto de 2023, de forma a libertar os sacerdotes para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), se se realiza no Parque das Nações, em Lisboa.

Numa nota aos fiéis, datada de 14 de novembro, D. Manuel Linda chamou à atenção "para alguns aspetos" relacionados com a próxima JMJ - um acontecimento que descreve como "único e irrepetível" -, nomeadamente para o facto de existir um "grande número" de inscrições de padres e diáconos, "indispensáveis para muitos trabalhos". Desta forma, o bispo entende que trabalhos pastorais, como batismos e casamentos", "podem ser antecipados ou atrasados uns dias".

"Contamos com grande número de inscrições de Padres e Diáconos, indispensáveis para muitos trabalhos. Por exemplo, para as confissões e outros momentos celebrativos e formativos. Por isso, peço ao Povo de Deus desta Diocese do Porto que, nos dias 5 e 6 de agosto (sábado e domingo), liberte os sacerdotes de trabalhos pastorais (batismos, casamentos, etc.) que podem ser antecipados ou atrasados uns dias", lê-se.

D. Manuel Linda adianta que pediu aos párocos "que providenciem, no mínimo, uma celebração em cada Paróquia" e acrescenta que, "se os horários normais forem alterados, os fiéis leigos saberão compreender e aceitar estas motivações".

Na mesma nota, em que pede para se "apressar as inscrições" para a JMJ, o Bispo do Porto convida ainda "aqueles a quem Deus mais beneficiou com bens económicos, e todos quantos possam", a ajudarem os "jovens diocesanos a pagar a sua inscrição", bem como os do estrangeiros, "mormente de países pobres ou muito longínquos, quase sempre a testemunharem a fé em contexto muito difícil ou até de perseguição", que "solicitam apoio".

Já nos chamados "dias da Diocese", a semana que antecipada a Jornada, D. Manuel Linda espera contar "com a generosidade das famílias cristãs para alojarem um ou mais jovens".

"O que se pede é o seguinte: pequeno-almoço e jantar, se possível com toda a família que os aloja; um quarto ou, pelo menos, um espaço dentro de casa em que eles possam estender um saco-cama; capacidade de usarem as instalações sanitárias domésticas; acolhimento simpático e afetuoso; participação na Missa dominical da Paróquia em conjunto", explica.

Esta nota aos fiéis termina com um apelo, aos pais e jovens: "São precisos, desde já, milhares de voluntários para ajudarem nesta mega organização da JMJ Lisboa2023. Aos pais solicito autorização e aos jovens generosidade".

A JMJ, que se realiza entre 1 e 6 de agosto do próximo ano em Lisboa, é o maior evento organizado pela Igreja Católica. O anúncio da escolha de Lisboa para receber esta edição sido feito em 27 de janeiro de 2019, na Cidade do Panamá. O evento estava previsto para 2022, mas foi adiado um ano devido à pandemia.

O papa Francisco é esperado para o encerramento da JMJ.

Leia Também: Manuel Clemente diz que inscrição do Papa põe JMJ na atualidade

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