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AR aprova pesar pela morte de uma das poetisas "mais reconhecidas"

A Assembleia da República aprovou hoje um voto de pesar pela morte de Ana Luísa Amaral, uma das "autoras mais acarinhadas e reconhecidas da poesia portuguesa" e com um percurso marcado pela defesa da liberdade e dignidade das pessoas.

AR aprova pesar pela morte de uma das poetisas "mais reconhecidas"

O voto de pesar apresentado pelo presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, foi aprovado por unanimidade na sessão plenária de hoje.

"No passado dia 05 de agosto, faleceu, no Porto, Ana Luísa Amaral. Tinha 66 anos e era das autoras mais acarinhadas e reconhecidas da poesia portuguesa", refere o texto no qual é manifestado o pesar pela morte da poetisa e enviadas as mais sentidas condolências à família e amigos.

Ana Luísa Amaral era poetisa e fez "carreira na universidade, onde era professora jubilada da Faculdade de Letras do Porto, tendo ensinado Literatura e Cultura Inglesa e Americana.

"A sua obra poética singular, que nos ajuda a desvendar o mundo, e o seu percurso marcado pela defesa da liberdade, da dignidade da pessoa e da igualdade de género foram, por diversas vezes, distinguidos, tanto em Portugal como no estrangeiro", recorda-se no texto.

A recente condecoração pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem de Sant'Iago da Espada, o Prémio Literário Correntes d'Escritas, o Premio de Poesía Fondazione Roma, o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio PEN ou o Prémio Vergílio Ferreira são exemplos dessas distinções.

Na sessão plenária de hoje, os deputados aprovaram igualmente por unanimidade os votos de pesar pela morte de Carlos Caçador Durão, "o primeiro presidente de Câmara Municipal de Barrancos eleito em Democracia", e de Joaquim Manuel Oliveira Vilela, presidente da direção da Associação de Voleibol do Porto.

Segundo o texto proposto pelo PS, Carlos Caçador Durão "honrou o municipalismo e a democracia, num esforço contínuo de procura de respostas e soluções para as pessoas e para o território e de ambição na construção de maior coesão social e territorial".

"O seu legado e exemplo, de compromisso com o território, com as suas gentes e com a afirmação da identidade perduram e perdurarão como parte do acervo patrimonial de uma comunidade, incontornável inspiração cívica para os desafios que perduram num espaço raiano, rural e longe dos centros de decisão", enaltece.

Já o projeto de pesar do PSD sobre a morte de Joaquim Manuel Oliveira Vilela destaca a "sua dedicação inigualável à Associação de Voleibol do Porto que fez dele um dirigente de eleição".

"O trabalho desenvolvido ao longo de décadas, reconhecido por todos, contribuiu de maneira considerável para o desenvolvimento do Voleibol tanto a nível regional como a nível nacional", sublinha, considerando que o dirigente "marcou indubitavelmente o panorama do Desporto em Portugal, em particular do Voleibol, e a sua obra ímpar foi reconhecida por diversas entidades".

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