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Caso Sérgio Figueiredo. "António Costa tem também de dar esclarecimentos"

O vice-presidente do PSD reagiu aos desenvolvimentos sobre o caso e instou Fernando Medina e António Costa a prestarem esclarecimentos. 

Caso Sérgio Figueiredo. "António Costa tem também de dar esclarecimentos"

Paulo Rangel reagiu à polémica do caso de Sérgio Figueiredo, que viu hoje desenvolvimentos com a desistência do cargo, seguido do lamento de Fernando Medina. O vice-presidente do PSD instou Medina e António Costa a prestarem esclarecimentos. 

"Se, como diz o ministro das Finanças, a função prevista para este contrato, é tão fundamental e essencial, porque é que o ministro esteve em silêncio todos estes dias? Porque é que nunca veio em defesa daquele que agora renunciou a poder ser parte deste contrato?", começou por questionar.

Para Paulo Rangel, é necessário que se explique por que é que era "essencial essa função", questionando se não existia já um centro de competências para planeamento, avaliação e acompanhamento das políticas publicas. "O próprio Ministério das Finanças tem um gabinete de planeamento de estratégia, avaliação e de relações internacionais", assevera, frisando que com o assinar deste contrato, Portugal passaria a ter três entidades a desempenhar as mesmas funções. 

Continuando a esmiuçar a polémica, questiona o porquê de o contrato ser "secreto" e de Sérgio Figueiredo "não ter exclusividade". Agora, diz, Medina terá de esclarecer "se a função se mantém, quem vai nomear, com que contrato, e em que termos". 

"António Costa tem também de dar esclarecimentos porque se o que está em causa é um contrato cuja função é avaliar, monitorizar todas as políticas públicas, então o primeiro ministro teria de estar ocorrente deste assunto", asseverou. Para Rangel, se alguém vai falar em nome do Ministério das Finanças e do Governo, "claro que o primeiro-ministro tem de saber".

Colocando a hipótese de António Costa não ter tido efetivamente conhecimento, faz relação com o polémico caso de Pedro Nuno Santos, referindo que se repetiria o cenário em que um ministro "atua em matéria fundamental para o Governo sem o conhecimento do primeiro-ministro". 

Para o vice-presidente do PSD, as circunstâncias que rodeiam este caso, mostra que o PS está "disposto a usar de forma impune a sua maioria absoluta", mas garante que o PSD vai continuar a "escrutinar" a atividade do Governo. 

[Notícia atualizada às 15h45]

Leia Também: Figueiredo. Renúncia "não apaga" prova de que "PS se confunde com Estado"

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