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Urgências aumentam em maio no Amadora-Sintra mas sem impacto na atividade

O Hospital Amadora-Sintra tem registado em maio uma média de 760 urgências por dia, um aumento em relação a abril, e tem atualmente 93 internados com covid-19, mas sem impacto na atividade programada, disse hoje fonte hospitalar.

Urgências aumentam em maio no Amadora-Sintra mas sem impacto na atividade
Notícias ao Minuto

13:34 - 18/05/22 por Lusa

País Hospital

A mesma fonte do Hospital Fernando da Fonseca (HFF) afirmou que, dessas 93 pessoas com covid-19 internadas atualmente nesta unidade hospitalar, quatro estão na unidade de cuidados intensivos.

Este mês, "o dia de maior afluência às urgências, até ao momento, foi registado em 16 de maio [segunda-feira] com 905 casos. Na terça-feira (17 de maio) registámos 893 episódios de urgência", acrescentou.

Segundo o hospital Amadora-Sintra, existem neste hospital 802 camas para internamentos e o aumento de casos de urgência "ainda não está a registar impactos na atividade programada".

Em abril deste ano, o HFF registou uma média de 677 casos de urgências por dia, tendo o dia de maior pico deste ano sido registado em 28 de abril, com 946 casos a recorrerem às urgências.

"Em abril registámos uma média de 50 pessoas com covid-19 internadas no HFF", acrescentou.

Segundo o último relatório da pandemia, divulgado na sexta-feira, Portugal registou, entre 03 e 09 de maio, 99.866 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 142 mortes associadas à covid-19 e um aumento do total de internamentos.

O documento da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) diz ainda que o crescimento das infeções pelo SARS-CoV-2 em Portugal se deve à menor adesão das pessoas às medidas de proteção e a um "considerável aumento" da circulação de variantes do coronavírus.

Na terça-feira, os dados divulgados pelo INSA revelaram que a linhagem BA.5 da variante Ómicron tem apresentado uma frequência relativa "marcadamente crescente", estimando-se que já seja dominante em Portugal.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já admitiu que essa linhagem, que apresenta várias características genéticas consideradas de interesse pelos especialistas, caso de mutações com impacto na entrada do coronavírus nas células, pode ser mais transmissível do que a BA.2, mas ressalvou que ainda não existem dados que comprovem que provoca covid-19 mais grave.

Leia Também: Urgências em Santa Maria com valor mais alto desde o início da pandemia

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