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Escolas aprendem como usar canetas de adrenalina em alunos com alergias

Pais de alunos diagnosticados devem disponibilizar canetas de adrenalina.

Escolas aprendem como usar canetas de adrenalina em alunos com alergias

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Notícias ao Minuto
07/02/2022 10:46 ‧ há 3 anos por Notícias ao Minuto

Pessoal docente e não docente das escolas onde existam alunos diagnosticados com alergias alimentares - bem como de todas as escolas com mais de mil alunos, mesmo não tendo casos identificados- vai receber formação em alergias alimentares.

A formação arranca no próximo ano letivo, e vai ensinar a saber prevenir, reconhecer e atuar perante uma situação de reação anafilática, informa o Ministério da Educação em comunicado. 

A medida está prevista no Regulamento “Alergia Alimentar na Escola”, agora publicado pela Direção-Geral da Saúde e já enviado às escolas.

A formação será dada pelas Equipas de Saúde Escolar (ESE), depois de serem capacitadas por especialistas em alergias alimentares. "Estas equipas poderão igualmente assegurar, a pedido das escolas, formação ao pessoal que prepara as refeições, nomeadamente quanto aos cuidados a ter para não haver contaminação alergénica cruzada", pode ler-se no comunicado. 

Pais de alunos diagnosticados devem disponibilizar canetas de adrenalina

No caso dos alunos com alergia já conhecida e risco de anafilaxia identificado, os encarregados de educação devem coordenar com as direções das escolas a disponibilização de auto injetores de adrenalina (as chamadas “canetas de adrenalina”), dos quais dispõem gratuitamente, estabelece o documento. 

"O dispositivo pode ser transportado pelo aluno, caso este tenha entendimento e treino para o usar, em caso de emergência. Adicionalmente, e tendo em conta os níveis de probabilidade da ocorrência destes eventos, as escolas com mais de mil alunos vão passar também a dispor de um stock de “canetas”, mesmo não tendo alunos identificados com alergias", diz a nota.

Neste Regulamento ficam ainda definidos os procedimentos, bem como as  responsabilidades a assumir por cada um dos envolvidos no processo.

Está, assim, prevista a "promoção de ações de sensibilização e a distribuição de folhetos informativos a toda a comunidade educativa, tal como a realização de exercícios de simulação com “canetas de treino”, sem agulha, nem adrenalina".

As alergias alimentares atingem cerca de 5% de crianças e jovens em idade escolar, com um conjunto de sintomas, em caso de contacto ou ingestão inadvertida do alergénio, de gravidade crescente. 

Leia Também: Escolas perderam 322 mil alunos numa década, revela CNE

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