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Mosteiro de Miranda do Douro concluído para JMJ de 2023

As monjas trapistas do mosteiro da Santa Mãe da Igreja, em Palaçoulo, Miranda do Douro, preveem que a construção do empreendimento, orçada em seis milhões de euros, esteja concluída em agosto de 2023, aquando das Jornadas Mundiais da Juventude.

Mosteiro de Miranda do Douro concluído para JMJ de 2023
Notícias ao Minuto

14:57 - 14/01/22 por Lusa

País Jornadas Mundiais da Juventude

Miranda do Douro, Bragança, 14 jan 2022 (Lusa ) -- As monjas trapistas do mosteiro da Santa Mãe da Igreja, em Palaçoulo, Miranda do Douro, preveem que a construção do empreendimento, orçada em seis milhões de euros, A irmã Giusi, superiora da congregação religiosa, manifestou hoje essa vontade, durante a bênção da primeira pedra do convento Trapista que está a ser erguido no lugar do Alacão, em Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, no distrito de Bragança.

"Esperamos que as obras estejam concluídas a tempo das Jornadas Mundiais da Juventude. Pretendemos que a conclusão da construção do mosteiro aconteça em agosto de 2023", indicou a religiosa.

De acordo com a religiosa, o futuro mosteiro, com um custo estimado em seis milhões de euros, obedece a um projeto clássico de um mosteiro cisterciense, com uma planta quadrada com um claustro ao seu redor.

A bênção da primeira pedra do futuro mosteiro aconteceu hoje, 30 meses após o início das obras da casa de acolhimento, que está já em funcionamento e que tem acolhido " muitos pessoas de todo país que procuram este local".

Por seu lado, o pároco de Palaçoulo e capelão do mosteiro, António Pires, que desde início que acompanha o projeto, disse que tudo começou em 2016 com o processo burocrático e outros procedimentos.

"A bênção da casa de acolhimento foi feita por José Cordeiro, à data bispo diocesano, em 24 de junho de 2019. A primeira missa realizada na casa de acolhimento aconteceu em 25 de novembro de 2020. Agora, estamos a iniciar o mosteiro propriamente dito e esperamos que esteja concluído daqui a 20 meses [agosto de 2023]", frisou o clérigo.

Após a conclusão do mosteiro, o espaço da Casa de Acolhimento será liberado para o turismo religioso.

Já a presidente da câmara de Miranda do Douro, Helena Barril, destacou a importância deste mosteiro no território do Nordeste Transmontano e que trará uma nova centralidade ao concelho.

A autarca mostrou-se disponível, para apoiar a congregação e a seu obra "dentro da possibilidades da autarquia".

O complexo religioso terá capacidade para 40 monjas e será "orientado para a contemplação e culto divino dentro do recinto e segundo a regra de São Bento", sendo o custo suportado integralmente pela Ordem formalmente designada Cisterciense da Estrita Observância.

Nesta primeira fase, 10 monjas ocupam o espaço religioso [Casa de Acolhimento] já que, segundo as regras desta comunidade monástica, não se pode construir uma ordem com menos de 10 religiosas.

Todo o empreendimento religioso ocupa uma área de 30 hectares de terrenos que foram cedidos, permutados ou comprados pela Paróquia de S. Miguel de Palaçoulo e situados a cerca de três a quatro quilómetros da aldeia de Palaçoulo.

Após 377 anos da extinção do Mosteiro de Castro de Avelãs, no concelho de Bragança, agora, a ergue-se um novo mosteiro feminino em Palaçoulo que "é sinal de coragem de confiança e pode ser um sinal de esperança para a região", vinca aquela ordem e a diocese de Bragança- Miranda.

O mosteiro trapista de Santa Mãe da Igreja é o primeiro em Portugal, desta ordem religiosa.

Leia Também: Um ano depois, Bárbara Guimarães volta às manhãs da SIC

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