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Pneumologista Filipe Froes pede consequências após ser ameaçado de morte

Especialista defende que estas atitudes não podem passar impunes.

Pneumologista Filipe Froes pede consequências após ser ameaçado de morte
Notícias ao Minuto

12:37 - 04/01/22 por Notícias ao Minuto

País Covid-19

O pneumologista Filipe Froes confirmou, esta terça-feira, na CNN Portugal, que já foi ameaçado de morte, diversas vezes, através das redes sociais.

"Estamos a falar de ameaças que põem em causa a minha integridade física. Vão desde ameaças físicas, corporais até ameaças de morte", começou por contar, acrescentando que estas acontecem, geralmente, através de perfis falsos criados nas redes sociais.

"As ameaças são feitas, essencialmente, pelo WhatsApp e pelo Messenger. As redes sociais permitem a proliferação destas ameaças através do anonimato. Há pessoas que fazem múltiplos perfis para fazer ameaças, é uma metodologia muito habitual", revelou.

Já na rua, de acordo com o especialista, a abordagem é outra. "É uma abordagem de agradecimento e por isso é que devemos tirar algumas ilações destes movimentos", salientou Filipe Froes, acrescentando que, por isso, "não podemos confundir meia dúzia de pessoas, que se consideram iluminadas por terem acesso à internet, com 10 milhões de portugueses".

Apesar de defender que não "nos podemos deixar intimidar por estas ameaças, que não representam nada na prática", para o membro do gabinete de crise da Ordem dos Médicos, é necessário que estas ameaças não passem impunes como até agora se têm verificado.

"Temos de acelerar os mecanismos de responsabilização e de verificação destas situações [...]. Persiste uma impunidade e uma inconsequência que prejudica todos os que pretendem o melhor de todos nós e o desenvolvimento da sociedade. É preciso que se dê consequência a estas coisas", defendeu o profissional de saúde.

Recorde-se que, de acordo com a CNN Portugal, vários especialistas portugueses foram insultados, ameaçados de agressão e de morte depois de defenderem a vacinação, em especial das crianças, proporem o confinamento e explicarem os perigos do SARS-CoV-2. O mesmo acontece um pouco por todo o mundo.

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