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Covid-19: Braga cancelou três iniciativas de natal por causa da pandemia

Três iniciativas programadas para animar a quadra natalícia em Braga, ligadas à alimentação, já foram canceladas devido à evolução da pandemia de covid-19, disse hoje o presidente da câmara.

Covid-19: Braga cancelou três iniciativas de natal por causa da pandemia
Notícias ao Minuto

12:42 - 02/12/21 por Lusa

País Covid-19

Em declarações à Lusa, Ricardo Rio especificou que as iniciativas canceladas são o bolo-rei gigante, o "bananeiro da pequenada" e a fogueira de natal.

"São iniciativas que suscitam aglomerados e que envolvem a retirada da máscara, pelo que achámos por bem cancelá-las, face à atual situação pandémica", referiu.

Admitiu que, consoante o evoluir da situação, outras atividades poderão igualmente ser canceladas.

Em relação ao "bananeiro dos adultos", Rio disse que vão ser feitos contactos com o proprietário do estabelecimento e com as forças de segurança, para "definição das regras".

O "bananeiro" é uma tradição de natal promovida por um estabelecimento comercial de Braga, que costuma juntar, no dia 24 de dezembro, centenas de pessoas para comer bananas e beber moscatel.

Para a passagem de ano, e a exemplo do que aconteceu em 2020, não há qualquer atividade programada.

Segundo o autarca, no sábado foram registados, no concelho, 180 casos de covid-19, ligados sobretudo à comunidade escolar e à área desportiva.

"Os infetados são, na sua maioria, jovens não vacinados", acrescentou.

A covid-19 provocou pelo menos 5.214.847 mortes em todo o mundo, entre mais de 262,26 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.458 pessoas e foram contabilizados 1.151.919 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o "elevado número de mutações" pode implicar uma maior infecciosidade.

Leia Também: Novo medicamento aprovado no Reino Unido permanece ativo contra Ómicron

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