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Rt com "tendência estável a crescente", Alentejo e Algarve são exceções

Já foi divulgado o mais recente relatório das 'Linhas Vermelhas' da pandemia, divulgado pela DGS e pelo INSA e as notícias continuam a ser animadoras.

Rt com "tendência estável a crescente", Alentejo e Algarve são exceções

A Direção-Geral da Saúde (DGS) acaba de divulgar, em parceria com o INSA, o relatório das 'Linhas Vermelhas da pandemia, em Portugal.

A análise dos diferentes indicadores revela, esta sexta-feira, "uma atividade epidémica de SARS-CoV-2 de intensidade reduzida e transmissibilidade moderada, com tendência estável a nível nacional. A pressão nos serviços de saúde e o impacto na mortalidade são reduzidos e têm tendência estável".

Nos últimos 14 dias, "o número de novos casos de infeção" por 100 mil habitantes "foi de 91 casos, com tendência estável a nível nacional". Além disso, reportam a DGS e o INSA, "nenhuma região apresentou uma incidência superior ao limiar de 240 casos em 14 dias por 100 mil habitantes".

Apesar disso, o Rt "apresenta valor igual ou superior a 1, indicando uma tendência estável a crescente da incidência de infeções por SARS-CoV-2 a nível nacional (1,02) e na maioria das regiões, com exceção do Alentejo e Algarve que apresentam uma tendência decrescente (0,80 e 0,95 respetivamente).

Já número de internados em Unidades de Cuidados Intensivos no continente, segundo o mesmo relatório, está com "uma tendência estável, correspondendo a 23% (na semana anterior foi de 22%) do valor crítico definido de 255 camas ocupadas".

A proporção de testes positivos para SARS-CoV-2, a nível nacional, foi de 1,6% (na semana anterior foi de 1,4%) encontrando-se abaixo do limiar definido de 4,0%, ou seja, observou-se um decréscimo do número de testes para deteção de SARS-CoV-2 realizados nos últimos sete dias.

A proporção de casos confirmados notificados com atraso foi de 6,2% (na semana passada foi de 8,3%), mantendo-se abaixo do limiar de 10,0%.

Nos últimos sete dias, 89% dos casos de infeção por SARS-CoV-2 foram isolados em menos de 24 horas após a notificação e, no mesmo período, foram rastreados e isolados, quando necessário, todos os contactos em 83% dos casos.

A variante Delta (B.1.617.2), originalmente associada à Índia, continua a ser a variante dominante em todas as regiões, com uma frequência relativa de 100% dos casos avaliados na semana de 4 a 10 de outubro.

Por fim, a mortalidade devido à Covid-19 (9,4 óbitos em 14 dias por 1 milhão de habitantes) apresenta "uma tendência estável, o que revela um impacto reduzido da pandemia em termos de mortalidade" (menor do que 10 óbitos por 1 milhão de habitantes em 14 dias).

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