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Testagem ao pessoal escolar revela "cerca de um positivo em cada mil"

O ministro da Educação disse hoje que os testes à covid-19 feitos ao pessoal docente e não docente para o arranque do ano letivo revelaram "cerca de um positivo" em cada mil, tendo sido testadas 140 mil pessoas.

Testagem ao pessoal escolar revela "cerca de um positivo em cada mil"
Notícias ao Minuto

14:21 - 17/09/21 por Lusa

País Tiago Brandão Rodrigues

"Temos 99% do pessoal docente e não docente vacinado, temos já uma grande percentagem de alunos entre os 12 e os 17 anos vacinados, temos um conjunto de protocolos muito positivos nas nossas escolas, que diminuem o risco, mas de forma importante e no reporte que tínhamos ontem de manhã, posso dizer que em 140 mil docentes e não docentes tivemos uma positividade de cerca de 0,12%.", referiu Tiago Brandão Rodrigues, no Porto.

Numa visita à Escola Fontes Pereira de Melo para assinalar o último dia para o arranque do ano letivo 2021/2022, Tiago Brandão Rodrigues considerou que o ano letivo que agora começa "foi provavelmente o [ano] mais difícil de abrir.

"Isto demonstra que esta testagem é importante mas que os números são também o espelho de que temos números relativamente baixos nas nossas escolas o que mostra também que temos confiança para o início deste ano letivo", afirmou.

Tiago Brandão Rodrigues mostrou-se confiante no arranque do ano, salientando que se veem "os pais animados, as crianças felizes", mas considerou o ano que agora arranca "o mais difícil" de dar início.

"Até parece fácil e sabemos que nunca foi tão difícil abrir um ano letivo. Tudo pronto, tudo preparado para que este possa ser um ano letivo mais próximo da normalidade possível e é isso que queremos todos e é para isso que estamos preparados", disse.

Questionado sobre as dúvidas levantadas pela Fenprof sobre a capacidade de recuperação de aprendizagens depois dos períodos de confinamento que marcaram o ano letivo de 2020/2021, o ministro ressalvou que este é "um ano de provação", mostrando-se confiante no trabalho das escolas.

"O ano passado tivemos cerca de 3.300 professores, tivemos técnicos especializados, psicólogos, assistentes operacionais, mediadores, um conjunto de profissionais para cumprir o plano de recuperação de aprendizagens", lembrou.

"As organizações sindicais têm que entender que quando falam mal de todo o sistema educativo, quando falam mal de todo o trabalho que se está a fazer nas escolas estão também a dizer aos trabalhadores que representam que, de certa forma, não entendem o trabalho que eles fazem todos os dias e isso não é, claramente, positivo ", disse o ministro.

Leia Também: FNE assinala início do ano letivo lamentando "os velhos problemas"

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