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"É natural flexibilização das medidas no próximo Conselho de Ministros"

António Lacerda Sales admite que "há de facto uma tendência para a flexibilização das medidas". Mas novidades só na próxima semana.

"É natural flexibilização das medidas no próximo Conselho de Ministros"

À margem da conferência 'A segurança do Doente em Portugal', organizada pela Direção-Geral da Saúde, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde comentou a atual situação pandémica no país, confirmando, porém, que o Governo já tomará novas medidas na próxima semana.

"Tal como os navegadores portugueses não sabiam o que ia acontecer para a frente, nós também não sabemos, mas de facto temos muita esperança neste futuro próximo", começou por dizer aos jornalistas à saída do no Auditório da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa.

Recordando a reunião de ontem no Infarmed, Lacerda Sales referiu que "há de facto uma tendência para a flexibilização das medidas, mas sempre numa fase de transição, apelando àquilo que é uma responsabilidade individual e coletiva em muitos dos aspetos considerados".

"Apesar de cair a obrigatoriedade do uso de máscara, mantê-la-emos ao nível de aglomerados, no exterior ou espaços fechados e noutras situações também", deu como exemplo.

Questionado sobre para quando se podem esperar a apresentação das novas medidas, o secretário de Estado deu conta de que o que lhes compete é "fazer uma análise, não é concordar, nem discordar e tomar decisões políticas com base em suporte de decisões técnicas".

"Como sabem haverá um próximo Conselho de Ministros na semana que vem e serão tomadas as decisões corretas como sempre têm sido no tempo certo e no momento adequado", continuou. 

Sobre a vacinação, Lacerda Sales recordou que "o plano de vacinação ultrapassa os 81,5% de esquema vacinal completo e 85% de primeiras doses", tendo isso em conta, bem como "a evolução epidemiológica com esta tendência" positiva, "é natural que haja uma flexibilização das medidas no próximo Conselho de Ministros, mas com este apelo de consciência individual e coletiva da população".

"Vamos entrar numa fase de outono/inverno onde também existem outras doenças e, portanto, é preciso perceber que podemos ter várias doenças coexistentes e temos de nos defender", acautelou ainda.

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