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Provoca cinco incêndios em Braga por não conseguir ser bombeiro

Homem de 29 anos vai agora ser presente a tribunal para conhecer as medidas de coação tidas como adequadas.

Provoca cinco incêndios em Braga por não conseguir ser bombeiro

Mais dois homens foram, esta quinta-feira, detidos pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeitas de terem provocado incêndios.

Um dos casos aconteceu no distrito de Évora. Relata a PJ que o homem, de 31 anos, é o presumível autor de um fogo urbano na localidade de Vila Viçosa, na noite do passado dia 18 de agosto.

O suspeito terá ateado o fogo, por motivos fúteis e num quadro de retaliação, à casa de um conhecido, residente na mesma rua onde mora.

Se as chamas não tivessem sido rapidamente detetadas e combatidas, o incêndio podia ter atingido todo o imóvel e ainda outras habitações contíguas.

O homem, sem profissão, vai ser presente a tribunal esta sexta-feira para aplicação das medidas de coação tidas como adequadas.

Já o outro caso diz respeito a um homem indiciado pela prática de cinco crimes de incêndio florestal em Valença, distrito de Braga.

De acordo com a PJ, o detido, de 29 anos, é suspeito de ter ateado fogo a várias áreas, em 2021 e no ano passado, sempre no verão e, sobretudo, durante a madrugada.

As chamas consumiram principalmente vegetação arbustiva e arbórea, não tendo atingido maiores proporções devido à rápida intervenção dos bombeiros.

Um dos incêndios, recorda ainda a PJ, em setembro de 2020, causou danos consideráveis num pavilhão industrial.

O homem, que está desempregado, terá ateado os fogos com recurso a chama direta, motivado por um sentimento de revolta pela sua inaptidão para o desempenho de funções de bombeiro voluntário. Suspeita-se que seja responsável pela autoria de dezenas de incêndios ocorridos nos últimos anos no mesmo concelho.

As diligências realizadas pela PJ “permitiram a recolha de importantes elementos de prova, que conduziram à detenção do indivíduo, o qual será presente à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas”.

Leia Também: Dominado fogo que deflagrou em zona florestal em Tomar

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