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Bens apresentados por Vieira não chegam para cumprir caução de 3 milhões

O juiz Carlos Alexandre considerou que os bens apresentados por Luís Filipe Vieira, no âmbito do processo Cartão Vermelho, não são suficientes para garantir a caução de três milhões de euros exigida.

Bens apresentados por Vieira não chegam para cumprir caução de 3 milhões

Os bens apresentados por Luís Filipe Vieira não são suficientes para cumprir a caução de três milhões de euros, determinou, esta terça-feira, o juiz Carlos Alexandre, segundo avança o jornal Público. 

Recorde-se que o Tribunal Central de Instrução Criminal tinha determinado que o ex-presidente do Benfica ia permanecer em  prisão domiciliária até ao pagamento da caução. 

Escreve o Público que em causa estão essencialmente as ações do Benfica - 3,28% da SAD - que o empresário apresentou para pagar a caução

O Ministério Público defendeu, segundo o jornal, que o valor das ações a considerar neste âmbito não deve ser o atual do mercado, mas sim o valor médio ao longo dos últimos anos. O valor atual das ações estará inflacionado pelo interesse do empresário John Textor em adquirir 25% da SAD benfiquista. 

Além das ações, o ex-presidente das águias apresentou também um imóvel, que estará avaliado em mais de um milhão de euros.

Luís Filipe Vieira foi um dos quatro detidos numa investigação que envolve negócios e financiamentos superiores a 100 milhões de euros, com prejuízos para o Estado, SAD do clube e Novo Banco.

Vieira, que está em prisão domiciliária desde 10 de julho, até à prestação de uma caução de três milhões de euros, e proibido de sair do país, está indiciado por abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, fraude fiscal e abuso de informação.

Segundo o Ministério Público, o empresário provocou prejuízos ao Novo Banco de, pelo menos, 45,6 milhões de euros, compensados pelo Fundo de Resolução.

No mesmo processo foram detidos, para primeiro interrogatório judicial, o seu filho Tiago Vieira, o agente de futebol e advogado Bruno Macedo e o empresário José António dos Santos, todos indiciados por burla, falsificação de documentos, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

O antigo futebolista Rui Costa, vice-presidente na direção de Vieira, assumiu a liderança do clube e da SAD.

[Notícia atualizada às 14h42]

Leia Também: Vieira quer pagar caução (de três milhões) com imóvel e ações do Benfica

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