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"Recuo na abertura terá consequências" em Cabeceiras de Basto

O presidente da câmara de Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, reconheceu hoje que "o recuo" no plano de desconfinamento vai ter "inevitavelmente consequências económicas", afirmando ter "confiança" que a próxima avaliação da situação pandémica "seja mais favorável".

"Recuo na abertura terá consequências" em Cabeceiras de Basto
Notícias ao Minuto

19:35 - 06/05/21 por Lusa

País Covid-19

Em declarações à Lusa, Francisco Alves apontou a restauração como "o setor que será mais afetado", uma vez que, devido à incidência de covid-19, os cafés e restaurantes voltam a ter que fechar às 13:00 ao fim de semana e a diminuir o número de clientes por mesa, para além de que "será avaliada a suspensão da feira semanal" até à próxima análise governamental à pandemia, no dia 20.

Esta tarde, na habitual conferencia de imprensa após o Conselho de Ministros, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, anunciou que Cabeceiras de Basto vai recuar à terceira fase do processp de desconfinamento devido à incidência da covid-19, que naquele concelho do distrito de Braga atingiu os 240 casos de infeção pelo novo coronavírus por 100 mil habitantes.

"Em bom rigor, não temos muitos casos ativos, temos à volta de 50 pessoas infetadas. São poucos, mas como Cabeceiras de Basto tem pouca população, seguindo a regra estabelecida é o suficiente para nos fazer recuar no desconfinamento", afirmou o autarca.

Aquele recuo, disse, "vai ter inevitavelmente impactos e consequências, nomeadamente na restauração".

"Apesar dos impactos, estou confiante que vamos saber lidar com esta situação e que daqui a 15 dias, na nova avaliação, já seja possível avançar e desconfinar em segurança", referiu.

Segundo adiantou Francisco Alves, "sexta-feira vamos avaliar que medidas se podem tomar para garantir que o numero de infetados não aumente, estando em cima da mesa, por exemplo, suspender a feira semanal [que se realiza à segunda-feira] pelos próximos 15 dias".

O autarca explicou que "muito desta situação deve-se ao arranque das aulas presenciais e à testagem em massa que foi feita".

"A câmara investiu cerca de 25 mil euros em testes e está a testar quinzenalmente todos os alunos do 1º, 2º e 3º ciclos, os alunos do secundário são testados pelo ministério de Educação. Nestes testes, num universo de 2000 alunos foram detetados 30 casos positivos", explanou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.244.598 mortos no mundo, resultantes de mais de 155,1 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.988 pessoas dos 838.475 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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