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Dois arguidos e 3.297 artigos contrafeitos apreendidos em Portalegre

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) anunciou hoje que apreendeu mais de três mil artigos contrafeitos e cerca de 30 mil euros em numerário, tendo sido constituídas arguidas duas pessoas, numa operação em Portalegre.

Dois arguidos e 3.297 artigos contrafeitos apreendidos em Portalegre
Notícias ao Minuto

11:33 - 09/03/21 por Lusa

País ASAE

Em comunicado enviado à agência Lusa, a ASAE explica que, através da Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC), deu cumprimento, na sexta-feira, a quatro mandados de busca, no âmbito de uma investigação que durou "cerca de um ano", por produção, distribuição e venda de artigos contrafeitos.

Realçando que os bens apreendidos ascendem a um "valor global aproximado de 70 mil euros", a ASAE explica que a investigação visava a venda de artigos falsificados, que eram publicitados através das redes sociais dos suspeitos.

Posteriormente, eram expedidos, não só para outros locais de Portugal, como para o estrangeiro, através de transportadoras, recorrendo-se a meios de pagamento digitais.

No decorrer das buscas a um domicílio, a uma loja e a dois veículos, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica apreendeu "3.297 artigos contrafeitos", de entre os quais malas, artigos têxteis, etiquetas de decalque e aplicações metálicas.

Além dos "cerca de 30 mil euros" em numerário, a operação, que contou com a colaboração da PSP de Portalegre, permitiu também apreender uma arma de fogo de calibre 6,35 milímetros, que tinha sido ocultada no interior do volante de um dos veículos, 23 munições do mesmo calibre, duas armas de classe G (ar comprimido), quatro armas brancas, seis telemóveis e um 'tablet'.

Sem revelar o sexo ou as idades, a ASEA disse que as duas pessoas foram constituídas arguidas pelos crimes de contrafação, de venda de artigos contrafeitos e de detenção ilegal de armas.

"Apurou-se, ainda, que um dos ora arguidos recebia prestações sociais mensais, o que originará uma comunicação ao Instituto da Segurança Social e o registo de eventual crime por fraude na obtenção de subvenção", pode ler-se no documento.

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