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Ministra alerta para "três ameaças" que Portugal (ainda) tem pela frente

Após a reunião com os especialistas, no Infarmed, sobre a evolução da pandemia da Covid-19, a ministra da Saúde

Ministra alerta para "três ameaças" que Portugal (ainda) tem pela frente

A ministra da Saúde falou aos jornalistas no final de mais uma reunião no Infarmed, esta segunda-feira, com vários peritos de diferentes áreas e que fizeram um balanço da pandemia da Covid-19 em Portugal.

Após o encontro, Marta Temido começou por reiterar, tal como foi dito pelos especialistas, que "mantém-se a tendência decrescente da pandemia" e que Portugal "mantém o índice R mais baixo da UE".

Contudo, frisou, é necessária cautela, devido a, essencialmente, "três ameaças": a atual subida do risco transmissão de Covid-19; as novas variantes; e, a situação europeia em contraciclo com o contexto português.

De acordo com a ministra, estas "são ameaças que continuamos a enfrentar" mesmo registando números mais baixos, e que devemos ter em atenção.

Marta Temido mostrou-se ainda preocupada com a maior "mobilidade da população" durante as últimas semanas, ao contrário do que aconteceu em janeiro e início de fevereiro, sublinhando que o nível de confinamento em Portugal "tem vindo a reduzir", nas últimas semanas, apesar de não haver levantamento de medidas.

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Sobre o plano de desconfinamento, a governante não se quis comprometer com medidas, explicando que, tal como nos outros Estados de Emergência, estas só serão anunciadas pelo primeiro-ministro, após o Conselho de Ministros, que se realiza na próxima quinta-feira, dia 11 de março. "O que é relevante", sustentou, "é que percebamos o contexto que temos e que nos leva a não perder de vista as ameaças que continuamos a enfrentar".

Apesar disso, a ministra explicou que os especialistas não apresentaram "datas precisas" para o desconfinamento, mas sim "níveis específicos de atuação face à situação do contexto" nacional.

Leia Também: "Portugal tem o R mais baixo da Europa". Vacinação começa a ter impacto

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