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Câmara do Porto quer habitação em espaço ocupado por parque de camionagem

A Câmara do Porto quer requalificar um espaço junto à rua do Régulo Magauanha, atualmente utilizado como parque de camionagem, através da construção de 30 fogos e da criação de um novo espaço público.

Câmara do Porto quer habitação em espaço ocupado por parque de camionagem

De acordo com a proposta a que a Lusa teve hoje acesso e que vai ser discutida na reunião do executivo municipal de segunda-feira, em causa está um espaço deixado livre pela demolição de um conjunto de ilhas que ocupavam o miolo do quarteirão situado entre as ruas do Bonjardim, a leste, rua João das Regras, a norte, rua Gonçalo Cristóvão, a sul, e rua Dr. Alfredo Magalhães, a oeste.

"Profundamente descaracterizado", o espaço localizado junto à rua do Régulo Magauanha serve de parque de camionagem - "que ocupa informalmente a quase totalidade daquela área" -, e de acesso de serviço a um conjunto de garagens dos prédios confrontantes.

Segundo a maioria municipal, "com a reabilitação da "Ilha do Bonjardim" e da "Ilha Amarela" foi aberta uma nova frente para a rua do Régulo Magauanha que, conjugada com a previsão da libertação a curto prazo do parque de camionagem, constitui uma enorme oportunidade de resgatar esta área para a cidade, qualificando-a".

Para o município, este espaço constitui, portanto, "uma rara oportunidade para consolidar cidade", permitindo o reforço da função habitacional no centro, bem como a requalificação do miolo existente, "com a construção de uma nova frente edificada de colmatação das empenas de interior de quarteirão e a libertação de um desafogado espaço central para circulação e estadia".

O espaço a intervencionar ocupa uma área total de 4.458,50 metros quadrados, sendo que, deste, uma parte já integra o domínio público municipal e outra parte é de domínio privado Municipal.

A operação de loteamento, cujo envio para discussão pública por um período de 15 dias úteis vai ser votado na segunda-feira, prevê a constituição de dois lotes destinados à função habitacional, com um total de 30 fogos, e a criação de um amplo espaço público que permite a circulação de peões e de automóveis, o estacionamento ordenado e ainda espaços verdes

"Neste quadro, considera-se que esta renovada praça, com formas, usos e caráter urbanos, constituirá um local aprazível, de grande centralidade que irá enriquecer a cidade, reforçando a função habitacional", lê-se na proposta.

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