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Costa ligou a Lagarde para garantir "escrupuloso cumprimento" de Portugal

Primeiro-ministro falou esta quinta-feira com a presidente do Banco Central Europeu (BCE) na sequência da aprovação da proposta do Bloco de Esquerda que trava a transferência do Fundo de Resolução para o Novo Banco.

Costa ligou a Lagarde para garantir "escrupuloso cumprimento" de Portugal

O Orçamento do Estado para 2021 foi esta quinta-feira aprovado no Parlamento, com o tema Novo Banco a aquecer o debate entre os partidos. A Assembleia da República viabilizou a proposta de alteração do Bloco de Esquerda que visa anular a transferência da verba de 476 milhões do Fundo de Resolução para o Novo Banco

Na sequência disso, o primeiro-ministro já contactou o Banco Central Europeu (BCE), tendo garantido a Christine Lagarde que Portugal "cumpre as suas obrigações contratuais". 

"Portugal é um Estado de direito que cumpre as suas obrigações contratuais. Falei com a Presidente do BCE, Lagarde, a quem garanti o escrupuloso cumprimento dos compromissos assumidos no quadro da venda do Novo Banco", pode ler-se num tweet partilhado ao final da tarde desta quinta-feira. 

Reagindo à aprovação do OE2021, António Costa, que hoje assinala cinco anos na função de primeiro-ministro, afirmou que o quadro atual é "muito duro" mas que "hoje saímos da Assembleia com uma nova ferramenta que é o Orçamento do Estado, que reforça as condições do SNS para enfrentar a pandemia, para protegermos as famílias", apoiar "o emprego" e as "empresas".

E avisou:"Tudo faremos para que aqueles que quiseram brincar com o fogo não queimem o país", numa alusão à questão do Novo Banco. 

De acordo com o primeiro-ministro, na atual conjuntura do país, em que se enfrenta "uma crise grave" sanitária, económica e social, "é muito triste ver aqueles como o Bloco de Esquerda, que acompanhou o Governo nos últimos cinco anos, não hesitarem em desertar perante a primeira dificuldade".

"E é muito triste ver que um político com tantos anos de experiência como o doutor Rui Rio se permite deitar pela janela a credibilidade de afirmações que fez sobre portagens para votar uma disposição única e exclusivamente para poder obter uma popularidade efémera. Ora, a vida política não é feita para a popularidade efémera, mas para se cumprir o dever de se servir Portugal e os portugueses", defendeu António Costa. 

Por sua vez, Rui Rio argumentou que votou em coerência com aquilo que sempre disse. "Sobre o Novo Banco eu disse sempre a mesma coisa. Por isso, o PS sabe que está a MENTIR quando diz que assim não é, e que hoje 'dei uma cambalhota'", defendeu, acusando o PS de estar "pouco habituado à coerência na política". "Lida bem melhor com o seu contrário". 

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