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  • 27 NOVEMBRO 2020
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"Prioridade do Governo é poder ter ensino presencial", reitera ministro

Tiago Brandão Rodrigues defendeu que, apesar da existência de infetados com o novo coronavírus em várias escolas, esse número de casos "é relativamente pequeno" quando comparado com outros setores.

"Prioridade do Governo é poder ter ensino presencial", reitera ministro

Questionado sobre o encerramento de escolas em Borba e Vila Viçosa, o ministro da Educação, que se encontrava com o ministro dos Negócios Estrangeiros numa escola na Amadora, defendeu que a preocupação do Governo  é "manter o ensino presencial".

"É a nossa prioridade poder ter ensino presencial em todas as escolas do país", reiterou Tiago Brandão Rodrigues, ressalvando que, "pelas contingências da pandemia, em determinados momentos, as autoridades de saúde poderão tomar decisões". 

Tanto em Borba como em Vila Viçosa, frisou o ministro, "tínhamos uma situação de surto que requeria, segundo as autoridades de saúde, algum tipo de ação". E não sendo o surto em ambiente escolar, "foi decidido, neste momento, passar a um regime não presencial".

"Obviamente que quem decide são as autoridades de saúde, e aquilo que estamos a fazer é que a transição entre regimes possa seguir também os planos de contingência que as escolas tinham preparado", destacou. 

"O importante", vincou ainda Tiago Brandão Rodrigues, é que possa existir todo o processo do ensino de aprendizagem que, mesmo não estando nas escolas, as escolas possam cumprir a sua função pedagógica.  

Sobre se aquelas escolas do Alentejo conseguem garantir o ensino à distância, o governante disse que as escolas têm-no feito e lembrou que, embora se tenha consciência de que o risco não é zero nas escolas,  "sabemos bem que não existe uma implicação formal nem um nexo causal com o aumento de casos com a abertura do ano letivo".

Tiago Brandão Rodrigues defendeu que "o número de casos nas nossas escolas é relativamente pequeno quando comparado com outras facetas da nossa sociedade". Segundo o ministro, a maioria dos casos positivos nas escolas não diz respeito à existência de surtos, tratando-se de casos em que existiram positivos dentro da família ou em eventos sociais.

"A pior coisa que poderia acontecer era fazermos com que a escola presencial pudesse estar posta em causa", rematou. 

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