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Pai de Rosa Grilo constituído arguido

O pai de Rosa Grilo, viúva de Luís Grilo, está acusado de simulação de crime, favorecimento pessoal e posse de arma proibida, adianta a TVI.

Pai de Rosa Grilo constituído arguido

O pai de Rosa Grilo foi, na terça-feira, constituído arguido na sequência do homicídio do triatleta e está acusado de simulação de crime, favorecimento pessoal e posse de arma proibida. Em causa está o envolvimento na alegada encenação de provas, avança a TVI.

O pai da viúva de Luís Grilo, Américo Pina, passa então a estar acusado no processo em que também são arguidos a advogada de Rosa Grilo e o consultor forense João de Sousa. Este processo, saliente-se, surgiu na sequência de vestígios de disparos que foram encontrados numa banheira na casa do casal em Vila Franca de Xira, no final do julgamento.

As autoridades competentes responsáveis pela investigação do caso sustentam a tese de que as referidas provas foram 'plantadas' no local. Ora, de acordo com a estação de Queluz, o pai de Rosa Grilo é suspeito de ter permitido o acesso à casa onde terá sido montada a encenação. 

Recorde-se que António Joaquim e Rosa Grilo, que mantinham uma relação extraconjugal, foram condenados pela coautoria do homicídio de Luís Grilo em julho de 2018, na sua casa nas Cachoeiras, no concelho de Vila Franca de Xira.

Em setembro, o Tribunal da Relação confirmou a pena máxima aplicada pelo Tribunal de Loures em 3 de março deste ano a Rosa Grilo: 25 anos de prisão pelo homicídio do marido, profanação de cadáver e detenção de arma proibida. 

Já no caso de António Joaquim, o Tribunal da Relação anulou a decisão de absolvição decretada em primeira instância, condenado o arguido a uma pena de 24 anos pelo "crime de homicídio qualificado e agravado, em coautoria com a arguida Rosa Grilo", e a uma pena de um ano e 10 meses de prisão pelo crime de profanação de cadáver.

O crime terá sido cometido para poderem assumir a relação amorosa e beneficiarem dos bens da vítima - 500.000 euros em indemnizações de vários seguros e outros montantes depositados em contas bancárias tituladas por Luís Grilo, além da habitação.

O cadáver de Luís Grilo foi encontrado com sinais de violência e em adiantado estado de decomposição a 24 de agosto de 2018, mais de um mês após o desaparecimento, a cerca de 160 quilómetros da sua casa, na zona de Benavila, concelho de Avis, distrito de Portalegre.

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