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Material furtado em Tancos já foi recuperado pela Polícia Judiciária

O material estava escondido numa zona de pinhal no centro do país.

Material furtado em Tancos já foi recuperado pela Polícia Judiciária

O material que tinha sido furtado nos paióis de Tancos já foi recuperado pela Polícia Judiciária. De acordo com a TVI24, que avança com a informação, o cabecilha do furto esteve esta sexta-feira a colaborar numa diligência para devolver as granadas, explosivos e munições. 

A estação de Queluz garante que o material desaparecido estava escondido numa zona de pinhal no centro do país.

Recorde-se que João Paulino já tinha apresentado ao Tribunal um requerimento onde se mostrou disponível para entregar o material ainda desaparecido. O juiz do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém e o Ministério Público concordaram com a colaboração. 

O juiz Carlos Alexandre já tinha decidido levar a julgamento os 23 arguidos neste processo, entre eles o ex-ministro Azeredo Lopes, o ex-diretor nacional da Polícia Judiciária Militar (PJM) Luís Vieira, o ex-porta-voz daquela polícia Vasco Brazão, três militares da GNR e o ex-fuzileiro João Paulino, acusados de um conjunto de crimes que vão desde terrorismo, associação criminosa, denegação de justiça e prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, abuso de poder, recetação e detenção de arma proibida.

Nove dos arguidos, saliente-se ainda, são acusados de planear e executar o furto do material militar dos paióis nacionais de Tancos e os restantes 14, entre eles Azeredo Lopes e os dois elementos da PJM, da encenação que esteve na base da recuperação do armamento.

Segundo o advogado de Azeredo Lopes, o processo de Tancos é um caso político e a acusação resultou de uma "invenção" e da "manipulação dos factos", tendo o ex-ministro reiterado que apenas foi informado de "aspetos do conteúdo" do memorando sobre a recuperação das armas de Tancos, e que o seu chefe de gabinete nunca detetou relevância criminal no documento.

O caso do furto do armamento foi divulgado pelo Exército em 29 de junho de 2017 com a indicação de que ocorrera no dia anterior, tendo a alegada recuperação do material de guerra furtado ocorrido na região da Chamusca, Santarém, em outubro de 2017, numa operação que envolveu a PJM, em colaboração com elementos da GNR de Loulé.

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