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Suicídio de aluno (afinal) pode não estar relacionado com bullying

O estudante de Braga que se suicidou na noite do passado sábado vivia em condições precárias e tinha já tinha sido sinalizado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJ) em março de 2012, noticia o Público. A morte do jovem vai ser averiguada pela Inspeção-Geral da Educação.

Suicídio de aluno (afinal) pode não estar relacionado com bullying
Notícias ao Minuto

09:06 - 15/01/14 por Notícias ao Minuto 

País Braga

O estudante de 15 anos que se suicidou, em Braga, na noite de sábado passado, já havia sido sinalizado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJ), em março de 2012, tendo o seu processo sido arquivado em setembro do mesmo ano, avança o Público. A Inspeção-Geral da Educação vai investigar as circunstâncias da morte do adolescente, bem como a sua ligação com as suspeitas de ter sido vítima de bullying.

A própria GNR confirma que o jovem tinha problemas familiares relacionados com dificuldades financeiras da família e que vivia em condições precárias, razões que o levaram a ser acompanhado pelos técnicos da CPCJ em 2012.

No entanto, verificadas melhorias na situação do rapaz, e afastados os sinais de perigo, segundo o explicado por aquele órgão à mesma publicação, o caso foi arquivado no mesmo ano, passando a ser seguido por uma psicóloga na escola EB 2,3 da Palmeira, que frequentava.

Os problemas familiares não eram, ainda assim, os únicos do aluno. As diligências da GNR feitas nos últimos dias apontam para mau comportamento na escola, dificuldades de aprendizagem e uma relação instável com uma amiga, com quem, alegadamente, namorava.

Das duas cartas que o jovem escreveu antes de cometer suicídio, uma delas seria para a tal amiga, com desabafos sobre as dificuldades por que passava e sobre o relacionamento entre os dois. A outra, para a família, não fazia menção a agressões físicas ou psicológicas por parte dos colegas de escola, de acordo com o comandante do destacamento da GNR de Braga.

Os colegas receberam a notícia com surpresa, pois descreviam o jovem como “alegre” e “sempre com um sorriso na cara”. Já o diretor do agrupamento escolar à qual pertence a EB 2,3 de Palmeira afirmou, à TSF, que não tinha informação de qualquer violência perpetrada contra o aluno, mesmo estando a ser investigado um incidente ocorrido na semana passada e que envolveu o jovem.

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