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Governo dos Açores investiu 4 ME na criação de bolsas de doutoramento

O Governo dos Açores já investiu quatro milhões de euros na criação de bolsas de doutoramento e pós-doutoramento ao longo dos últimos quatro anos, para promover a "capacitação de recursos humanos" nas áreas científica e tecnológica.

Governo dos Açores investiu 4 ME na criação de bolsas de doutoramento
Notícias ao Minuto

21:37 - 21/07/20 por Lusa

País Açores

A informação foi avançada aos jornalistas pelo secretário da Ciência, Mar e Tecnologia, Gui Menezes, no final da apresentação dos projetos escolhidos para bolsas de investigação da comissão Fulbright, que decorreu hoje em Ponta Delgada.

O secretário regional salientou que o executivo açoriano tem vindo a "apostar cada vez mais na capacitação" dos "recursos humanos na área científica" e na "área tecnológica", tendo sido investidos "quatro milhões de euros nesta legislatura em 65 bolsas de doutoramento e pós-doutoramento".

"Estamos a fazer um esforço muito grande e vamos continuar a fazê-lo, naturalmente, para melhorarmos os nossos índices de capacitação científica", declarou.

Gui Menezes destacou que a "maioria" das bolsas foram atribuídas no âmbito de projetos nas áreas do mar, agricultura e turismo, setores definidos como "áreas prioritárias estratégicas".

"A maioria das bolsas são todas nessas áreas porque não poderíamos utilizar os fundos comunitários para investir noutras áreas", acrescentou.

O secretário assinalou que, "neste momento", está em curso a revisão da "estratégia de especialização inteligente", pelo que, no futuro, as bolsas criadas pelo Governo Regional serão atribuídas a investigações "em áreas mais alargadas" e não apenas nas áreas atualmente consideradas prioritárias.

No final de 2019, o Governo Regional estabeleceu um protocolo de cooperação com a comissão Fullbright, que prevê a atribuição de três bolsas a projetos de investigação a serem desenvolvidos numa universidade norte-americana.

Gui Menezes assinalou que as três bolsas tiveram o custo de 25 mil euros e considerou os intercâmbios "fundamentais" porque "muitos desses jovens" serão "os empreendedores do futuro nos Açores".

As bolsas são destinadas a investigadores de nacionalidade portuguesa e residentes no arquipélago e foram atribuídas a Catarina Ritter, Paulo Borges e Diogo Neves Ferreira.

O projeto de Catarina Ritter pretende datar a chegada dos humanos aos Açores através do estudo dos ecossistemas aquáticos.

A investigação de Paulo Borges baseia-se na utilização de métodos geofísicos para estudar a água subterrânea, de modo a monitorizar possíveis contaminações.

Por sua vez, o projeto de Diogo Neves Ferreira pretende criar um conversor de energias das ondas que opera no meio do mar, totalmente isolado da rede elétrica.

A Comissão Fulbright nasceu em 1960 fruto de um acordo entre o Governo Português e o Governo dos Estados Unidos da América, coordenando desde a sua fundação um programa de intercambio educacional entre os dois países.

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