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  • 08 AGOSTO 2020
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"Acreditamos que, se vier segunda vaga, nós estaremos preparados"

António Lacerda Sales está a participar numa ação de sensibilização na praia da Barra, em Ílhavo. "Não sabemos o que aí vem, há uma grande incerteza. Pandemia é igual a incerteza", referiu.

"Acreditamos que, se vier segunda vaga, nós estaremos preparados"

Outra das ações da Federação Nacional das Associações Juvenis está, este sábado a decorrer na Praia da Barra, em Ílhavo, e tem a participação do secretário de Estado da Saúde António Lacerda Sales - Duarte Cordeiro está presente nesta campanha em Oeiras e pode ler aqui as declarações do secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares

Em declarações à RTP, o governante afirmou que esta ação "é muito importante", porque é essencial que "os jovens possam transmitir aos jovens, e também aos menos jovens, que podemos reencontrar-nos após tantos meses de confinamento". 

Mas, ressalvou, "reencontrarmo-nos de acordo com aquilo que são as regras e as diretrizes de segurança", recordando a necessidade de máscara, distanciamento físico e higienização das mãos. 

Tal como Duarte Cordeiro, António Lacerda Sales também destacou à estação pública a importância de "ter os jovens como aliados" nesta altura e nestas campanhas de sensibilização - que este sábado ocorrem um pouco por todo o país. 

Questionado sobre se o Governo está preparado para uma eventual segunda fase do novo coronavírus que pode surgir, o secretário de Estado da Saúde referiu que "não sabemos o que aí vem, há uma grande incerteza" e que "pandemia é igual a incerteza"

"O que posso dizer é que, de facto, acreditamos que, se vier segunda vaga, nós estaremos preparados e temos os nossos planos que passam por reforçar as capacidades de instalação nos hospitais, por reforçarmos as nossas unidades de Cuidados Intensivos - quer em termos de ventiladores quer em termos de recursos humanos - por reforçar os recursos humanos nas nossas estruturas de saúde pública" e por outras situações como a vacinação, enumerou Lacerda Sales. 

Há "uma melhoria e de um ajuste cada vez a atender ao mais perfeito possível"

Já sobre que garantias que existem de que o sistema vai começar a funcionar, o governante diz que estas são de "uma melhoria e de um ajuste cada vez a atender ao mais perfeito possível". "Todos os países têm a necessidade de fazer estes ajustes, há componentes que são do nível técnico [...] e depois há uma componente operacional: os médicos e as autoridades locais recebem os dados muitas vezes de uma forma informal" e vão ter proteger os doentes - "e bem" -  para que depois possam reportar. 

"Ganham muitas vezes como prioridade o tratamento do doente e só depois é que fazem o reporte. Muitas vezes são estes desajustes temporais que fazem com que, de tempos a tempos, haja necessidade dos diversos organismos reajustarem todas estas matérias", destacou. 

Recorde-se que a Direção-Geral da Saúde (DGS) revelou, este sábado, os boletins epidemiológicos atualizados devido à falta de reporte dos dados referentes a três dias

A Direção-Geral da Saúde (DGS) revelou, este sábado, que, nas últimas 24 horas, foram contabilizados mais oito óbitos e 342 infetados com Covid-19 no país. Contudo, devido a uma correção dos dados, ao número de casos diários de hoje, acrescem mais 200 casos, elevando o total de contágios divulgados neste boletim epidemiológico para 542. 

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