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Área Metropolitana de Lisboa mantém restrições até dia 15 de junho

O primeiro-ministro esclareceu, esta quinta-feira, que as restrições na Área Metropolitana de Lisboa vão ser reavaliadas na próxima terça-feira, dia 9 de junho.

Área Metropolitana de Lisboa mantém restrições até dia 15 de junho

Na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, o primeiro-ministro António Costa explicou que "já foram realizados o conjunto de testes ao universo que tinha sido identificado" e "há várias conclusões possíveis"

"A primeira é muito positiva", destacou, vincando "que não estamos numa situação de crescimento generalizado da situação da pandemia, pelo contrário, dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa, podemos concentrar em cinco os focos que existem e nesses concelhos - os mais populosos - os focos estão muito bem delimitados em pessoas, sobretudo, que trabalham para empresas de trabalho temporário ou no setor da construção civil".

Neste sentido, acrescentou António Costa, "a convicção que temos é que no próximo Conselho de Ministros", que está agendado para a próxima terça-feira, 9 de junho, "estaremos em condições de levantar as restrições que temos a partir do próximo dia 15 junho".

Significa esta previsão do primeiro-ministro que, ao contrário do que afirmou aquando do anúncio das medidas previstas para a terceira fase do desconfinamento, no passado dia 29 maio, uma semana não chegou para conter os focos na região de Lisboa e as restrições que estão em vigor neste momento vai manter-se, pelo menos, até ao próximo dia 15 de junho. Ou seja, os centros comerciais não vão reabrir, bem como as Lojas do Cidadão, e continuam a não ser permitidos ajuntamentos superiores a 10 pessoas (a nível nacional o limite é de 20).

Refira-se, a este propósito, que a região de Lisboa continua a ser a que reporta mais novos casos de infeção no país. Esta quinta-feira, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde, 93,3% dos 331 casos reportados no país são na região de Lisboa e Vale do Tejo.

António Costa admitiu que "os próximos dias são importantes para confirmar os dados" relativos a esta zona, mas insistiu em que "não há nenhum motivo para alarme, nenhum motivo de preocupação generalizada", pelo que se pode "continuar a viver em segurança em Lisboa", desde que a cumprir as medidas indicadas pelas autoridades de saúde.

"Temos de ir acompanhando, de forma a não correr riscos", disse, referindo que na segunda-feira decorre uma reunião no Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde fundamental nesta avaliação.

[Notícia atualizada às 20h12]

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