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Moradores de prédio onde deflagrou fogo em 2017 podem regressar a casa

Os moradores de um prédio de Leça do Balio, em Matosinhos, onde em 2017 deflagrou um incêndio que os impossibilitou de lá permanecer até hoje, podem agora regressar, depois de concluídas as obras, refere um edital da câmara.

Moradores de prédio onde deflagrou fogo em 2017 podem regressar a casa

O edital, assinado pelo vereador da Proteção Civil, José Pedro Rodrigues, declara "levantada a interdição" à entrada e permanência das pessoas nos espaços, frações e zonas comuns do edifício onde as obras estão concluídas, dado estarem "devolvidas as condições de acesso e de habitabilidade".

Os locais onde os trabalhos de reabilitação ainda não terminaram "permanecem vedados ao uso e fruição pelos proprietários e demais utilizadores até à sua conclusão, ficando o levantamento da interdição dependente de uma vistoria final", refere o documento.

Já em declarações à Lusa, o vereador da CDU explicou que as únicas zonas ainda interditadas são apenas as lojas comerciais e "determinados espaços de garagem".

A 06 de junho de 2017, mais de 100 moradores ficaram desalojados, depois de um fogo ter deflagrado na cave de uma loja/armazém, com uma área de cerca de quatro mil metros quadrados, do prédio.

O incêndio, que se alastrou da loja ao rés-do-chão, mobilizou mais de 130 bombeiros e 40 viaturas.

José Pedro Rodrigues disse que "levantou a interdição" imposta há quatro anos por existirem "condições de segurança" à permanência das pessoas, depois de realizadas as vistorias exigidas.

Numa altura de pandemia, o vereador considerou esta uma "boa notícia" para os proprietários das habitações.

Também à Lusa, um dos moradores contou que as obras, ditas principais, estão concluídas, estando agora a ser feitos "pequenos trabalhos" na fachada e acabamentos interiores, mas "nada que impeça" os moradores de regressarem a casa.

Um dos impeditivos é o facto de duas das quatro entradas do prédio ainda não terem eletricidade, algo que não depende da EDP, comentou Jaime Dias.

O morador explicou à Lusa que "o que está a faltar" é o ramal de ligação à rede de distribuição, estando a empresa responsável por ser essa ligação à espera da chegada de "um cabo específico" para esse fim.

"Se esse cabo existir no fornecedor muito bem, senão tem de se encomendar e, numa altura como esta, será complicado saber quando chegará", adiantou.

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