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Portuguesa morta em São Tomé viajou para o país para ajudar crianças

Catarina Barros de Sousa, de 51 anos, foi morta com golpes de catana.

Portuguesa morta em São Tomé viajou para o país para ajudar crianças

A cidadã portuguesa Catarina Barros de Sousa, de 52 anos, a morar há mais de uma década em São Tomé e Príncipe foi assassinada à catana na passada segunda-feira, dia 3 de março.

Conta o jornal local Téla Nón que Catarina, que “era amiga de quase todos os são-tomenses” e trabalhou em várias empresas e instituições, foi encontrada morta no seu escritório, na unidade hoteleira de turismo rural e ecológico Mucumbli, que administrava há cerca de dois anos.

O corpo foi encontrado num cenário macabro, com vários golpes de catana na zona da cabeça e um “rasgo no pescoço”.

No mesmo dia em que ocorreu o homicídio, a Polícia Judiciária de São Tomé e Príncipe deteve um funcionário da unidade hoteleira que, ao que tudo indica, é o segurança do estabelecimento e a quem a portuguesa tinha movido um processo disciplinar.

A RTP África reforça a ideia de que a portuguesa era querida por todos e chegou mesmo ao arquipélago africano, há mais de 10 anos, numa ação de voluntariado com crianças de rua.

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