Professores concentrados em seis cidades para exigir progressões
Os professores vão concentrar-se quarta-feira em frente ao Ministério e delegações da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares para exigir explicações sobre os milhares de docentes impedidos de progredir na carreira e o desbloqueamento da progressão.
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País Educação
"Há milhares de docentes retidos nos 4.º e 6.º escalões da carreira porque a progressão aos seguintes está dependente de vagas que foram abertas, pela primeira vez, em 2018, ou seja, com oito anos de atraso e em número escasso", alerta a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que marcou concentrações em seis cidades do país.
A Fenprof sublinha que a maior parte destes professores "nem sequer pôde recuperar os dois anos, nove meses e 18 dias já contabilizados por ter de os utilizar para efeitos de graduação na lista de candidatos às vagas, que deveriam ter sido divulgadas até final de janeiro".
A Federação diz ter questionado o Ministério da Educação sobre esta situação, mas a tutela "não justificou o atraso, não esclareceu quando se conhecerão e não convocou, sequer, o indispensável processo negocial".
Na quarta-feira os professores vão concentrar-se em Lisboa, junto ao Ministério da Educação, assim como em frente às delegações da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares no Porto, Coimbra, Évora e Faro e junto à Secretaria Regional de Educação e Cultura, no Funchal.
As concentrações estão marcadas para começar às 16h30, estando prevista a aprovação de moções que serão entregues aos responsáveis locais.

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