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Petição para proibir corrida de galgos já tem mais de 14 mil assinaturas

Assinaturas aumentam numa altura em que a detenção de João Moura por maus-tratos a animais continua a dar que falar.

Petição para proibir corrida de galgos já tem mais de 14 mil assinaturas

A petição para proibir as corridas de galgos em Portugal, criada pela SOS Animal, já conta com mais de 14 mil assinaturas, partilhou a associação na sua página oficial de Facebook.

Para que a Iniciativa Legislativa dos Cidadãos chegue à Assembleia da República são necessárias 20 mil assinaturas.

A petição, que foi criada em outubro, recebeu uma nova atenção desde a detenção do cavaleiro tauromáquico João Moura, por maus-tratos a animais, na passada quarta-feira.

A associação tem usado o caso do cavaleiro, que identifica "como o maior criador de galgos do país, e um dos principais promotores de corridas de cães em Portugal", como exemplo.

A SOS Animal anunciou na sexta-feira que vai constituir-se assistente no processo criminal contra o cavaleiro. João Moura foi detido na passada quarta-feira na sequência do cumprimento de um mandado de busca à sua propriedade, em Monforte, que resultou, ainda, na apreensão de 18 cães.

Presente no mesmo dia a tribunal, para ser interrogado, foi-lhe imposto termo de identidade e residência, a medida de coação menos grave e que obrigatoriamente é aplicada a um arguido.

Uma outra petição pública pede condenação de cavaleiro tauromáquico

Ao mesmo tempo, mais de 8 mil pessoas já assinaram uma outra petição pública, lançada após a detenção de João Moura, que pede a condenação do conhecido cavaleiro tauromáquico. A petição é dirigida à Guarda Nacional Republicana (GNR), ao Ministério Público, à Liga Portuguesa dos Direitos do Animal e à PeTA

Recorde-se que, em declarações ao blogue de informação taurina Farpas, o cavaleiro disse estar tranquilo. “Fui detido para ser ouvido pela GNR em Monforte, não fui a tribunal. Tinha lá uns cães mais magros e alguém denunciou isso, mais nada […]. Agora vão instruir o processo e vai seguir para a frente. Já prestei as minhas declarações e estou em casa tranquilo e com a consciência tranquila. Não matei ninguém, não roubei ninguém, não tratei mal os meus cães. Alguns estavam magros, mas não os tratei mal!”, garantiu João Moura.

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