Meteorologia

  • 30 OUTUBRO 2020
Tempo
17º
MIN 13º MÁX 25º

Edição

Português é testemunha do homicídio de uma mulher em Espanha

Testemunha acompanhou vítima até a casa e fugiu quando se deparou com um agressor.

Português é testemunha do homicídio de uma mulher em Espanha

As autoridades conseguiram, este sábado, identificar o homem que acompanhou Lorena Dacuña a casa na noite em que foi assassinada pelo ex-namorado, em Gijón, Espanha.

De acordo com o jornal espanhol El Comercio, a testemunha é homem de nacionalidade portuguesa, subcontratado pela empresa Arcelor, que estava em Gijón em trabalho.

A mesma publicação revela que o português entrou em pânico e fugiu quando o ex-namorado de Lorena, José Manuel Sánchez, os ameaçou com uma faca.

O homicida já confessou o crime às autoridades espanholas, a quem admitiu ter esfaqueado a ex-namorada vinte vezes, apenas por ciúmes.

Na madrugada do dia 2 de fevereiro, José Manuel Sánchez dirigiu-se a casa de Lorena, sob o efeito de álcool e drogas, depois de um amigo lhe ter contado que tinha visto a mulher a beijar outro homem. O empregado de mesa queria ver com os seus próprios olhos se a ex-companheira tinha realmente um caso, por isso, esperou que esta chegasse a casa, de um bar onde estava com amigos.

Lorena mal sabia o que lhe esperava. Saiu do espaço noturno acompanhada de uma amiga, que seguiu outro caminho, e de um amigo português que decidiu acompanhá-la até a casa.

Quando chegaram à porta, foram surpreendidos por José Manuel que ergueu uma faca com uma atitude ameaçadora, enquanto proferia insultos contra os dois.

O português terá entrado em pânico e deixado a mulher à mercê do ex-companheiro. Lorena ainda pediu ajuda e gritou para este chamasse a polícia, mas, de acordo com o El Comercio, a ligação telefónica nunca chegou a acontecer.

José Manuel Sánchez Merino foi detido na quarta-feira e não resistiu à detenção. Na altura, confessou o crime a mais do que um investigador. Contudo, este sábado, ao ser presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial, preferiu ficar calado. As autoridades decidiram aplicar-lhe a medida de coação mais gravosa, ou seja, o homem vai aguardar julgamento em prisão preventiva.

Recomendados para si

Seja sempre o primeiro a saber.
Acompanhe o site eleito pelo quarto ano consecutivo Escolha do Consumidor.
Descarregue a nossa App gratuita.

Apple Store Download Google Play Download

Campo obrigatório